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Internacional: Coreia do Norte diz estar aberta a terceiro encontro com EUA

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O líder norte-coreano, Kim Jong-un, declarou neste sábado (13) estar aberto a um terceiro encontro de cúpula com o presidente americano, Donald Trump, caso os Estados Unidos proponham condições mutuamente aceitáveis para um acordo até ao fim deste ano.

Segundo a Agência Central de Notícias Coreana (KCNA, na sigla em inglês), sediada em Pyongyang, Kim fez a afirmação em discurso proferido durante uma sessão do Parlamento norte-coreano, no qual atribuiu o fracasso da cúpula de fevereiro ao que descreveu como “exigências unilaterais dos Estados Unidos”, embora acrescentando que a sua relação pessoal com Trump continua boa.

Kim Jong-un repetiu declarações anteriores de que a fragilizada economia da Coreia do Norte crescerá, apesar das pesadas sanções internacionais impostas devido ao seu programa de armas nucleares, e garantiu que não ficará “obcecado com cúpulas com os Estados Unidos, por necessidade de alívio de sanções”.

Washington afirmou que a cúpula não foi bem-sucedida devido às excessivas exigências de alívio de sanções por parte de Pyongyang em troca de medidas de desarmamento limitadas.

“É claro que nós damos importância à resolução de problemas através do diálogo e de negociações. Mas o estilo de diálogo dos Estados Unidos, de impor unilateralmente as suas exigências, não se ajusta a nós, e não temos interesse nele”, declarou Kim no discurso. “Esperaremos com paciência até ao fim do ano que os Estados Unidos apresentem uma decisão corajosa. Mas será claramente difícil que surja uma boa oportunidade como da última vez”, acrescentou.

Nesta sexta-feira, a KCNA noticiou que Kim foi reeleito como presidente da Comissão de Assuntos de Estado, o mais importante órgão de decisão do país, durante uma sessão da Assembleia Popular Suprema, que saudou a sua “excepcional sabedoria ideológica e teórica e liderança experiente”.

Na quinta-feira, Trump se encontrou com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, em Washington. Na reunião, os líderes concordaram da importância das negociações nucleares com a Coreia do Norte. “Uma terceira cúpula pode acontecer”, declarou Trump, ao receber o homólogo sul-coreano na Casa Branca.

Trump e Kim se encontraram pela primeira vez em junho do ano passado em Cingapura. Uma segunda reunião ocorreu em fevereiro passado em Hanói, no Vietnã, mas terminou abruptamente, após não ter sido obtido um acordo sobre a questão da destruição das armas nucleares norte-coreanas.

Trump

No Twitter, o presidente Donald Trump disse que a relação com Kim é ótima e também espero que “em breve” tenham um terceiro encontro. Ele disse ainda que espera um dia ” que as armas nucleares podem ser removidas e Coreia do Norte se torne uma das nações mais bem sucedidas do mundo”

 

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Bolsonaro diz que avalia reduzir para 4% imposto sobre produtos de TI

No Twitter, ele citou computadores, celulares e jogos eletrônicos

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O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (16) que o governo federal estuda a possibilidade de reduzir impostos cobrados sobre a importação de produtos do setor de tecnologia da informação, entre eles, computadores e celulares. Por meio de sua conta no Twitter, Bolsonaro afirmou que a redução poderia ser de 16% para 4%.

“Para estimular a competitividade e inovação tecnológica, o governo estuda, via secretaria do Ministério da Economia, a possibilidade de reduzir de 16% para 4% os impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares”, disse.

O presidente disse que também está sendo avaliada a redução de impostos para jogos eletrônicos.

 

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Luiz Gustavo Borges sonha com revezamento que deu bronze ao pai

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Com 20 anos hoje, Luiz Gustavo Borges, filho do nadador Gustavo Borges, era novo demais para entender a última medalha olímpica de seu pai, o bronze no revezamento 4×100 metros livre dos Jogos de Sidney, nos anos 2000. As histórias em torno dessa medalha, no entanto, fizeram parte de sua infância e adolescência na natação e hojeimpulsionam seu sonho de representar o Brasil nesse mesmo revezamento nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem.

Em meio a essa preparação, o nadador poderá sentir o gosto de ser um dos quatro nadadores do 4×100 no mês que vem, na Universíade de Nápoles, na Itália. Conhecida como olimpíada universitária, a Universíade é a segunda maior competição poliesportiva do mundo e, além de reunir milhares de atletas de diferentes países, tem outras semelhanças com a Olimpíada como o alojamento em uma Vila dos Atletas, a cerimônia de abertura com desfile das delegações e o tão sonhado pódio com os degraus de bronze, prata e ouro.

“Meu foco são as competições desse verão, a Universíade e, depois, o ciclo para Tóquio. A minha meta é ir para Tóquio nadar para representar o Brasil”, diz Luiz Gustavo, que tem a medalha do pai no revezamento como uma de suas maiores inspirações. “Essa medalha mostra que o Brasil em um revezamento consegue estar entre os melhores. É uma inspiração para a galera de hoje em dia e há vários atletas de 100 livre no Brasil que são muito bons. Meu sonho é estar nesse revezamento em Tóquio”.

Apesar disso, o atleta considera que sua prova mais forte é a de 50 metros nado livre, vaga concorrida na natação brasileira. “Eu tenho adversários no Brasil de nível mundial. São pessoas que conheço e treino junto no [clube] Pinheiros. Estou treinando, fazendo o que preciso fazer e pensando no meu dia a dia”.

Convocado pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Luiz Gustavo também vai para a Universíade disputar os 50 livre, prova em que foi semifinalista no Mundial Júnior de 2017. “Era uma competição só de natação. Agora na Universíade, vai ser uma atmosfera totalmente diferente. Tem uma vila, atletas de outras modalidades. Com certeza é uma boa preparação para Tóquio”.

Além dos técnicos que o acompanham na universidade e no clube, Luiz Gustavo conta com dicas do pai e o suporte da mãe, a também ex-nadadora Barbara Borges. “Quase todo sábado e domingo, a gente entrava na água juntos e meu pai me dava conselhos. Minha mãe me ajuda mais com a parte mental. Ela hoje é professora de yoga e meditação”.

Morando nos Estados Unidos (EUA), ele vai ter a oportunidade de encontrar a família no Brasil no dia 26, quando retorna para casa antes de seguir para a Itália, onde a Universíade será realizada de 3 a 14 de julho.

O nadador cursa administração na Universidade de Michigan, nos EUA, a mesma em que seu pai se formou em economia, também como atleta-universitário. Por meio do esporte, Luiz Gustavo Borges conseguiu uma bolsa parcial para estudar na universidade americana, onde tem que cumprir 20 horas semanais de treino e mais 20 horas de aula. O tempo que sobra é para estudar.

Morando em uma região que chega a registrar temperaturas de 20 graus negativas, ficar em casa estudando, ou na piscina treinando, muitas vezes significa abdicar dos poucos dias de sol e calor durante o ano.

“Aqui não tem lugar para você não se esforçar e trabalhar duro”, resume ele, acrescentando que o esporte ajuda a reforçar sua dedicação aos estudos. “A natação me ensinou que quando você põe seu esforço em algo, você consegue atingir muito mais do que pensava que conseguiria. Quando vou para a aula, não penso que não sou um cara de matemática ou de finanças, penso que se eu me esforçar, vou melhorar”.

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Internacional: Príncipe saudita acusa o Irã por ataques contra petroleiros

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O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed Bin Salman, acusou o Irã pelo atentado contra dois navios petroleiros no Golfo de Omã, ao sul do Estreito de Ormuz. O ataque ocorreu na última quinta-feira (13).

Em entrevista a um diário estatal saudita, ele disse que o regime iraniano desrespeitou a presença de Shinzo Abe, o premiê do Japão, como convidado em Teerã, ou sequer respeitou os esforços do líder japonês ao atacar os petroleiros durante sua estadia em território iraniano. Salman também afirmou que um dos dois navios atacados era japonês.

De acordo com o príncipe saudita, os ataques mostram que o Irã tem desestabilizado a região direta ou indiretamente. Salman disse que o Irã está em uma encruzilhada e precisa decidir se quer ser um país que coopera com a comunidade internacional como os outros ou se prefere continuar a ser um “Estado pária”.

Salman afirmou que o seu reino não deseja uma guerra na região, mas disse que não hesitará em enfrentar qualquer ameaça contra o seu povo, sua soberania e seus interesses vitais.

A Arábia Saudita é aliada dos Estados Unidos, outro país que tem culpado o Irã pelo ataque contra os petroleiros.

Trump

O presidente norte-americano, Donald Trump, também responsabilizou o Irã pelos ataques contra os petroleiros no Golfo de Omã.

Trump falou ao programa de televisão americano Fox & Friends na sexta-feira (14), após a Marinha dos Estados Unidos ter divulgado um vídeo que supostamente exibia uma embarcação com tropas de elite da Guarda Revolucionária do Irã removendo um explosivo não detonado de um dos petroleiros. Trump afirmou que o “Irã cometeu o ato e você sabe que eles fizeram porque você viu o barco”.

Autoridades de Teerã estão negando qualquer envolvimento. Elas afirmam que o governo americano agiu imediatamente, fazendo suposições contra o Irã sem a posse de qualquer evidência factual ou circunstancial.

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