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Polícia

Empresário foragido da Justiça do Paraná é preso pela Polícia Civil em Palmas

Carlos Henrique é acusado de mandar matar um motorista de coleta seletiva na cidade de Arapongas no Estado do Pará, no ano de 2015 e desde então permanecia foragido e vivendo no Estado do Tocantins

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A Polícia Civil do Tocantins, por intermédio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais – DEIC, núcleos de Palmas e Araguaína, em operação conjunta com a Polícia Civil do Paraná, através da 22ª SDP de Arapongas, prendeu, em flagrante delito, na noite desta segunda-feira (26), em Palmas, Carlos Henrique Del Vecchio Artacho por uso de documento falso.

Conforme o delegado Leandro Risi, responsável pelo caso, as investigações começaram quando policiais civis do Paraná entraram em contato com a Polícia Civil do Tocantins informando a possível localização, na cidade de Palmas, do referido indivíduo. Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva em aberto expedido pela Justiça do Paraná pela prática do crime de homicídio, sendo que o homem já se encontrava há três anos foragido da Justiça daquele estado.

Dessa maneira, após um trabalho conjunto de compartilhamento de informações, os policiais civis da Deic efetuaram diligências na cidade, com o intuito de localizar o indivíduo. Durante as buscas, os agentes apuraram que, atualmente, Carlos Henrique estava trabalhando para seu primo, um cantor sertanejo, e tinha a função de conseguir contratos de shows para aquele, principalmente com o poder público, como o estado e municípios tocantinenses.

Dando continuidade às investigações, os policiais civis descobriram que parte da equipe do referido cantor estava hospedada em um hotel da capital. De imediato, os policiais civis foram até o local e, ao chegarem, depararam-se com Carlos Henrique, que após ser abordado, apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação falsa em nome de João Victor Alves Pereira.

Após levantamentos, os policiais civis constataram que tal identidade era utilizada para que o indivíduo transitasse, livremente, entre as cidades de Goiânia e Palmas, furtando-se a ação das autoridades que tentavam localizá-lo. Detido, Carlos Henrique foi conduzido a sede da Deic – Palmas onde foi autuado, em flagrante, pelo crime de uso de documento falso.

Na oportunidade, o delegado Leandro também deu cumprimento ao mandado de prisão em aberto, pelo crime de homicídio, que havia em desfavor do indivíduo.

Após a realização dos procedimentos legais cabíveis, Carlos Henrique Artacho foi recolhido à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário da Comarca de Arapongas – PR, cidade para onde deverá ser recambiado a fim de que possa responder pela acusação que pesa contra o mesmo.

O crime

No dia 28 de setembro de 2015, Fernando Begali dos Santos, motorista de um caminhão de coleta seletiva da Prefeitura Municipal de Arapongas, então com 30 anos de idade, foi assassinado com pelo menos quatros disparos de arma de fogo, efetuados por um homem, enquanto trabalha dirigindo o referido veículo.

Após vários dias de investigação, a Polícia Civil do Paraná descobriu que Fernando havia sido morto por um pistoleiro, contratado por Carlos Henrique Del Vecchio Artacho, sendo que, inclusive, no dia do crime, o empresário teria sido o responsável por levar o matador até o Distrito de Aricanduva, local em que a vítima estava trabalhando.

Ainda conforme apontaram às investigações da PC do Paraná, o crime teria sido motivado por uma ação trabalhista que Fernando movia contra o empresário Carlos Henrique, após ter sido demitido da transportadora de propriedade do empresário.

Após a conclusão do inquérito policial, o delegado representou pela prisão preventiva de Carlos Del Vecchio, que, então, fugiu para o Tocantins e permaneceria foragido até esta segunda-feira, quando foi localizado e preso pela Polícia Civil Tocantinense.

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Polícia

Tribunal do Júri: Casal é condenado por morte e ocultação de cadáver em Dianópolis

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Casal acusado de matar uma cigana em 2015 e esconder o corpo dela foi condenado pelo Tribunal do Júri da comarca de Dianópolis, nesta segunda-feira (27/11). Conforme a sentença, a pena dos réus soma 14 anos de reclusão.

Conforme consta nos autos do processo, a vítima teria ido acampar na companhia do casal às margens de um rio na zona rural do Dianópolis. O corpo de Marinez de Sousa foi encontrado dois dias após o crime, enterrado no mesmo local. O laudo pericial constatou que lesões produzidas por arma de fogo foram a causa da morte. Os tiros atingiram o tórax e o coração da vítima.

Wandersom Nascimento Sousa foi o responsável pelos disparos e confessou ter praticado o crime por ter sido chamado de “corno”. A esposa dele, Diran Bispo dos Santos, ajudou o marido a esconder o corpo.

Para o conselho de sentença, Wanderson cometeu o crime por motivo torpe e classificou o ato como feminicídio. Tanto ele, quanto a esposa, foram responsabilizados por ocultação de cadáver.

Ao dosar a pena, o juiz Manuel de Faria Reis Neto, da 1ª Vara Criminal de Dianópolis, sentenciou Wanderson a 12 anos de reclusão pelo crime de homicídio, com a qualificadora de feminicídio, e um ano pela prática de ocultação de cadáver. Já Diran foi condenada por ocultação de cadáver e deverá cumprir um ano de reclusão, também em regime fechado.

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Defensoria realiza mutirão de atendimento na Casa de Prisão Provisória de Palmas

Equipe atendeu cerca 700 presos recolhidos nos pavilhões A e B da unidade prisional

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Com as celas superlotadas, presos fazem andares para se aglomerar em redes

Um mutirão da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) atendeu um total de 707 presos. O atendimento foi divido em dois dias, com vistoria no Pavilhão A no dia 13 de novembro, e no Pavilhão B na última segunda-feira, 19. A ação foi liderada pela defensora pública Napociani Póvoa, coordenadora do Núcleo Especializado de Assistência do Preso (Nadep), com participação dos defensores públicos Fabrício Brito e Luís Caumo, e equipe de analistas, assessores e estagiários da Execução Penal e Nadep.

Dentre as principais demandas, o cálculo penal, a transferência de um cumprimento de pena para outras localidades e progressão de regime foram os principais assuntos abordados pelos detentos. Além disso, o mutirão ouviu as demandas com o objetivo de identificar as principais necessidades e as deficiências estruturais do local, como superlotação, falta de colchões, violação de direitos em visitas de familiares, revistas vexatórias, escassez de água, falta de kits de higiene e má alimentação.

A estrutura da unidade é precária, com infiltrações no teto de 100% das celas. Os banheiros da unidade também têm péssimas condições de uso. No lugar de vasos sanitários, são utilizados o chamado pelos presos de ‘boi’ (um buraco) no chão, que estão quebrados em quase todas as celas e com entupimentos.

Superlotação
A superlotação é, atualmente, o principal problema da CPP de Palmas, com 284% acima da capacidade permitida. Conforme apuração da Defensoria Pública, a Casa de Prisão Provisória conta com 707 presos, porém, a capacidade é somente para 260. As celas do Pavilhão B, por exemplo, têm capacidade para quatro reeducandos, mas abriga, em média, 20.

O problema da superlotação gera ainda outras consequências, como a falta de colchões. Diante disso, os presos dormem de forma improvisada, em pedaços de colchões, se aglomerando em andares de redes e até no chão.

A gestão das vagas dos estabelecimentos prisionais do Tocantins é uma competência da Secretaria Estadual de Cidadania e Justiça (Seciju). Após a realização da vistoria, o Nadep apresentou relatório e Recomendação à Seciju para providências.

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Valdônio Rodrigues foi o presidente da Câmara de Gurupi que mais trabalhou no Legislativo; Confira a matéria

Entre os avanços, foi citado pelo atual presidente o valor de R$ 1.500.000,00 disponível em caixa, valor que segundo o parlamentar representa 50% do valor que custará a construção do novo prédio.

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Segundo o presidente da Câmara o objetivo de seu trabalho no biênio 2017-2018, foi auxiliar o Executivo na busca por melhorias para o município e a comunidade gurupiense. Em entrevista, à Folha do Tocantins, o vereador Valdônio Rodrigues (PSB), faz uma avaliação positiva dos trabalhos executados ao longo da sua gestão à frente da Casa de Leis de Gurupi. Conforme Valdônio, algumas melhorias só puderam ser realizadas, através da parceria entre os poderes Legislativo e Executivo, visando o progresso da cidade.

Entre os avanços, foi citado pelo atual presidente o valor de R$ 1.500.000,00 disponível em caixa, valor que segundo o parlamentar representa 50% do valor que custará a construção do novo prédio. Citou a aquisição de 13 veículos oficial parlamentares; Concurso Público para provimento de 16 cargos efetivos da Câmara; a criação do PCCR dos Servidores da Câmara; Adquiriu através de doação feita pela União, o terreno para construção do prédio próprio da Câmara no Parque Filó Moreira.. Entre vários trabalhos, também instituiu o Fundo Especial da Câmara de Gurupi. Segundo Valdônio todos esses avanços foram possíveis com a ajuda de todos os vereadores.

Confira abaixo a lista completa dos trabalhos desenvolvidos na gestão do vereador Valdônio Rodrigues no biênio 2017-2018:

– Aquisição de 13 veículos oficial parlamentares.
– Adquiriu através de doação feita pela União, o terreno para construção do prédio próprio da Câmara Municipal de Gurupi, localizado no Parque Filó Moreira.
– Concurso Público para provimento de cargos efetivos da Câmara de Gurupi.
– Instituiu a Comissão para elaboração do PCCR dos Servidores da Câmara.
– Foi reajustado o salário dos Servidores da Câmara no ano de 2017 em 6.29%, e no ano de 2018 em cerca de 3%
– Aquisição de Frigobares para o Gabinetes dos Vereadores.
– Criação do Fundo da Câmara Municipal de Gurupi.
– Aquisição de equipamentos de informática, já licitado e feito a compra.
– Aquisição de novo equipamento de som, já licitado e feito a compra.
– Ticket-alimentação para os servidores da Câmara
– Aquisição de móveis, já licitado e feito a compra.
– Livre nos cofres da Câmara Municipal de Gurupi mais de R$ 1.500.000,00

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