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No Sul, 1° Concurso de Redação que incentiva a consciência política premia estudantes de Peixe

1° Concurso de Redação incentiva a consciência política de jovens estudantes

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Como parte integrante do projeto “Agentes da Democracia: formação de eleitores e políticos do futuro” foi realizado, na tarde desta terça-feira (30/10), a solenidade de premiação do 1° Concurso de Redação, realizado na 20° Zona Eleitoral, com o principal objetivo de desenvolver ferramentas educacionais, estimular e preparar o jovem eleitor. A premiação dos alunos vencedores aconteceu na Câmara de Vereadores do município de Peixe.

Participaram do Concurso 341 alunos, sendo 150 do Colégio Estadual Dom Orione, em Peixe, 52 do Colégio Estadual Adelaide Francisco Soares, em Jaú do Tocantins, 100 do Colégio Estadual Regina Siqueira Campos, em São Valério da Natividade e 39 alunos do Colégio Estadual Olavo Bilac, em Sucupira.

As redações foram corrigidas por Comissão Julgadora, designada por meio de uma parceria firmada pela Escola Judiciária Eleitoral (EJE/TO) e a Universidade do Tocantins (Unitins).

Os alunos vencedores das quatro melhores redações receberam bicicletas e notebooks, e as 20 melhores redações integram a coletânea que pode ser acessada no link

Por causa das chuvas na região durante a premiação o auditório ficou sem energia elétrica, mas a energia dos alunos era contagiante. Para a diretora da EJE/TO, desembargadora Ângela Prudente, é fundamental despertar nos jovens o sentimento democrático e o compromisso de participação na vida política do país.

“Entendemos ser necessária uma participação ativa da Justiça Eleitoral na formação direta de eleitores e políticos, a fim de fortalecer a democracia brasileira e consolidar o espírito democrático na vida da nação”, ressaltou a desembargadora.

O reitor da Unitins, professor Augusto de Rezende Campos, destacou a importância de debater a cidadania do processo eleitoral. “O debate passa pela formação e a conscientização na escolha dos nossos representantes”, disse.

O promotor eleitoral, Mateus Ribeiro dos Santos, emocionou-se ao ver os alunos cantando o hino nacional já que não foi possível a utilização de som mecânico, por causa da falta de energia durante a cerimônia. “Essa é uma verdadeira demonstração de cidadania, fico muito feliz em ver todos os alunos cantando o hino e demonstrando respeito a nossa pátria”, avaliou.

“O que esses alunos estão fazendo pela história do país é de uma importância excepcional, e os professores foram essenciais nesse processo”, ressaltou a juíza eleitoral, Cibelle Maria Bellezia.

O estudante Felipe Pereira, primeiro colocado no concurso de redação, contou que leu muito sobre a redemocratização do Brasil e o período da ditadura, quando os jovens de 16 não podiam votar. “Por isso acho fundamental a nossa participação no processo eleitoral, pois nós jovens podemos fazer a diferença”, acredita.

Classificação geral:

1 Felipe Gomes Pereira – Jaú do Tocantins

2 Victor Alessandro Ponce do Nascimento Pereira – Peixe

3 Olavo Lisboa dos Santos – São Valério

4 Ana Júlia Dantas Moreira – Sucupira

5 Victória Raika R da Silva – São Valério

6 Luiz Felipe de Castro Varanda – São Valério

7 Brenda de Paula Silva – Peixe

8 Helen Vitória Pereira Varanda – São Valério

9 Sebastião Junior Ferreira da Cruz – São Valério

10 Luiz Antônio José da Silva – Peixe

11 Isadora Ribeiro de Souza – Peixe

12 Samara Pereira Macêdo – Peixe

13 Lorraine Alves da Silva – Jaú do Tocantins

14 Victória Jeniff er da Silva Lopo – Jaú do Tocantins

15 Rayelly Oliveira Rubim – Jaú do Tocantins

16 Jakelline Gonçalves de Andrade – Jaú do Tocantins

17 Mayanne Barbosa Ramos – Sucupira

18 Nayane Eunice de S. Antunes – Sucupira

19 Amanda Gonçalves S. Abreu – Sucupira

20 Anita Carvalho de Assis – Sucupira

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Unidades prisionais do Tocantins desenvolvem projeto de combate ao fumo

Seis unidades adotaram a política antifumo; há relatos de considerável melhoria na saúde dos apenados e também dos servidores

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Com o projeto foram observadas melhorias na saúde dos apenados e dos servidores com a suspensão do fumo

Com trabalho de conscientização e acompanhamento médico, a administração da Cadeia Pública de Natividade, sudeste do Estado, conseguiu que os reeducandos se livrassem do tabagismo. Para atingir esse resultado, os servidores trabalharam de forma educacional com os reeducandos e seus familiares durante três meses. Após a desintoxicação dos reclusos, o diretor editou a Portaria Interna nº 001/2019, que proíbe a entrada e a utilização de tabaco nas dependências da carceragem, para prevenir recaídas.

Segundo Paulo Jean Silveira, diretor da Cadeia, esse trabalho veio para adequar o estabelecimento prisional na Lei Federal n° 12.546/2011 que proíbe fumo em local fechado, seja privado ou público, e também por questões de saúde. “A população carcerária estava apresentando casos de doenças respiratórias, então conversamos com os profissionais de saúde e como existe a lei que proíbe o tabagismo em locais com as características de nossa unidade prisional, resolvemos adotar essa medida que necessitou de empenho especial de toda a nossa equipe e de colaboração por parte dos reeducandos”, destacou.

Durante período que antecedeu a proibição, com o trabalho de conscientização, os reeducandos diminuíram o consumo do tabaco até o ponto que deixaram o vício, como foi o caso do reeducando P.A.R.M. “Quando entrei aqui, eu fumava um cigarro aqui, outro acolá. Depois, passei a fumar vários cigarros por dia, mas, com essa nova política da Cadeia, deixei de fumar em dezembro”, disse.

Com a retirada do fumo, o ambiente ficou mais saudável para a população carcerária e para os servidores da unidade. É o que diz o reeducando não fumante C.C.E. “Não sou fumante, mas, para manter a convivência dentro da cela, não reclamava de quem fumava por vontade e acabava sendo um fumante passivo. Agora, o clima é outro, o ambiente é bem melhor”, comemorou.

Detentos fumantes relatam que foi necessário muita força de vontade para conseguir largar o vício, mas que os resultados foram animadores, como é o caso de J.P.. “Meus pais fumavam, eu aprendi a fumar quando comecei a trabalhar no garimpo, ainda muito jovem. Tenho 43 anos de idade, fumante há mais de 30. Foi muito difícil no começo, mas hoje já acostumei com a ideia, sinto minha respiração bem melhor, sinto que estou com mais saúde. A vida ficou melhor sem fumo”, relatou.

Outras unidades

A Cadeia Pública de Natividade é a primeira unidade prisional masculina a desenvolver o projeto, mas cinco unidades femininas já adotam essa prática com sucesso. É o caso da Unidade Prisional Feminina de Talismã que desde sua inauguração nunca permitiu a entrada de tabaco; da Cadeia Feminina de Babaçulândia que não permite a entrada de fumo há cinco anos e da Unidade Prisional Feminina de Palmas que adotou a medida há três anos.

Por último, a Unidade de Regime Semiaberto Feminina de Palmas e a Unidade Prisional Feminina de Lajeado, coibiram a entrada de fumo há quatro meses. “Quando chega uma apenada que se identifica como fumante, solicitamos ajuda psicológica e a encaminhamos para um médico para que ele a oriente e a acompanhe durante o processo de desintoxicação. Caso a reeducanda queira, pode fazer uso de adesivo de nicotina durante o tratamento”, explicou a diretora da Unidade Feminina de Palmas, Cátia Machado.

Política Antifumo

Em todos os locais que adotaram a política antifumo, há relatos de considerável melhora na saúde dos apenados e também dos servidores que trabalham nas casas penais, melhorando o ambiente das celas, tornando-as mais salubres e melhorando o convívio com não fumantes. O superintendente do Sistema Penitenciário Prisional do Tocantins (Sispen), Orleanes de Sousa Alves, aposta na extensão do projeto para outras unidades prisionais. “Recebemos o sucesso desse trabalho nessas unidades e vamos buscar estratégias para alcançar bons resultados e adotar medidas semelhantes nas demais casas penais”, afirma.

 

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Procedimentos como megahair, micropigmentação e unhas de gel precisam de cautela na hora de serem feitos, alerta dermatologista

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Alongamento de cílios, preenchimento de sobrancelhas, unhas postiças, extensões no cabelo… A indústria da beleza está cada vez mais tecnológica e cheia de opções para quem quer mudar o visual. Porém, para os que apostam nas transformações é preciso ter cuidado com os procedimentos escolhidos, alerta a médica dermatologista Raquel Amashta.

Quem não tem muita paciência para aguardar o crescimento dos fios pode alongar as madeixas e deixá-las com o aspecto mais volumoso optando pelo megahair. O procedimento, que pode ser feito em um salão, precisa de cautela, tanto por parte dos profissionais que o executam, quanto das mulheres que buscam a técnica como assim alternativa, explica a dermatologista.

“O processo precisa ser realizado de forma correta. Não é recomendável que a pessoa insista no aplique quando o cabelo não suporta. Em casos de cabelos que não estão saudáveis o resultado pode ser a queda temporária ou até mesmo permanente”, esclarece a médica. Também segundo a especialista, quando os folículos morrem, ou seja, a estrutura capilar da raiz do cabelo, não há o crescimento de novos fios.

Micropigmentação

A micropigmentação de sobrancelhas nada mais é do que a pigmentação de determinadas regiões da pele. Porém, a técnica, que virou febre no país inteiro, se for realizada por profissionais não qualificados pode causar danos irreparáveis.

“A micropigmentação é uma espécie de tatuagem mesmo. O resultado nem sempre agrada, então é preciso escolher um profissional de altíssima qualidade porque uma vez que a técnica é feita é difícil de desfazer”, alerta a dermatologista Raquel.

A médica ainda ressalta que o procedimento não é indicado para quem tem alergia a algum pigmento, nem para grávidas, pacientes com diabetes não controlado e para pessoas com doenças de pele em tratamento.

Unhas postiças

Nem todo mundo consegue ou quer deixar as unhas crescerem. Na esteira dessa demanda, as unhas de gel viraram as queridinhas das mulheres, que optam pelo procedimento para terem as unhas longas.

No caso das unhas em gel, a dermatologista orienta que tanto sua colocação quanto seu uso podem provocar problemas diferentes. De acordo com ela, os componentes químicos utilizados (resinas ou formaldeídos) podem provocar problemas que vão desde a pequenas inflamações, como separação da unha verdadeira da pele, ardência, dor e alergias.

“Em alguns casos é arriscado até mesmo perder a unha natural. É preciso também ficar atento ao risco de infecção, já que as unhas de gel podem acumular bactérias e micro-organismos que provocam doenças. O risco de infecção é muito maior do que com as unhas naturais”, explica a médica.

Quem experimentou as unhas de gel e não gostou do resultado foi a advogada e professora universitária Sibele Biazotto. Ela optou pelas unhas postiças pela comodidade de não ter que ir ao salão durante o período em que teria que comparecer a festividades de formatura.

“Coloquei e de início já não gostei pela espessura que fica, muito grossa. Minhas unhas estavam normais. Depois de 15 dias a diferença na base da unha para o gel fica horrível, ou seja, você já tem de refazer e a manutenção é cara. Tem que ter lixas especiais”, conta.

Sibele conta que além da frustração com o resultado, ela ainda teve problemas com a saúde das suas unhas naturais. “Minha unha ficou parecendo um papel. Toda desfiada em cima. Levei meses para recuperá-la. Conheço pessoas que há mais de 5 anos estão com as unhas de gel, imagino que não haja mais nada da unha natural delas. Inclusive no salão em que faço unha, uma manicure colocou e está com as unhas horríveis agora que tirou. Eu nunca mais coloco”.

Segundo a médica dermatologista, realizar procedimentos e técnicas que ajudam a valorizar a beleza não são proibidos, mas é imprescindível ficar atento à qualificação dos profissionais responsáveis. “Isso vale para qualquer procedimento que se escolha fazer, é preciso ter certeza que os profissionais e o local escolhido são de confiança e capacitados para tanto. A moda passa, mas a nossa pele, cabelo e unhas continuam com a gente”, finaliza a médica.

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Tocantins cumpre meta e garante mais recursos para realização de cirurgias eletivas em 2019

Valor de R$ 1.119.753,73 será destinado para realização de mais de 5 mil novos procedimentos 

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Foram realizadas 5.141 cirurgias, de janeiro a 10 de dezembro de 2018, pelo Governo do Tocantins

Por cumprir a meta de realizar mais de 5 mil cirurgias eletivas e, assim, aplicar todo o recurso financeiro destinado pelo Ministério da Saúde, em 2018, o Tocantins foi novamente contemplado com novos recursos no valor de R$ 1.119.753,73, para a realização deste tipo de procedimento em 2019. A prorrogação da estratégia de ampliação do acesso aos Procedimentos Cirúrgicos Eletivos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) foi liberada pela Portaria nº 195 de 6 de fevereiro, publicada no Diário Oficial da União, da última segunda-feira, 11.

O cumprimento da meta, segundo o secretário de Estado da Saúde (SES-TO), Renato Jayme, se deu pelo comprometimento de todos os profissionais envolvidos. “Toda a equipe da Secretaria se esforçou muito, seja na parte burocrática e administrativa, nas áreas técnicas ou nas unidades hospitalares, no ato das cirurgias. Estamos felizes em começar 2019 com a certeza de que teremos suporte financeiro para realizarmos mais de 5 mil cirurgias neste ano”, destacou.

Entre os destaques das ações que promoveram a realização das 5.141 cirurgias de janeiro a 10 de dezembro de 2018, está o Opera Tocantins, que terá continuidade pela Secretaria de Estado da Saúde em 2019. Segundo o balanço anual feito pela Superintendência de Planejamento da pasta, o Estado teve um crescimento significativo em número de eletivas, se comparado com os anos de 2016 em que realizou 2.727 cirurgias eletivas e 2017, com 3.338.

De acordo com o superintendente de Atenção e Promoção à Saúde da SES, Carlos Felinto, a pasta está se organizando para promover novos mutirões e ações necessárias para que a meta seja novamente alcançada. “As cirurgias eletivas estão sendo realizadas nas unidades hospitalares regidas pelo Executivo Estadual, obedecendo a critérios, avaliação médica e, aliado a isso, estaremos promovendo eventos em unidades específicas para atender a demanda de pacientes cadastrados no Sistema de Regulação da Secretaria, aguardando uma cirurgia eletiva”, enfatizou.

Procedimentos

Estão contempladas pela Portaria pequenas cirurgias de pele, tecido, subcutâneo e mucosa; de glândulas endócrinas; do sistema nervoso central e periférico; vias aéreas superiores, face, da cabeça e do pescoço; aparelho da visão; aparelho circulatório e digestivo, órgãos anexos e aparelho abdominal; aparelho osteomuscular e geniturinário e cirurgias da mama.

 

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