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Setas apresenta Projetos de Inclusão Produtiva a 40 prefeitos e equipes

Reunião visa trabalho conjunto com municípios para promover a autonomia de beneficiários de programas sociais

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Prefeitos e equipes municipais de assistência social conheceram os programa e projetos sociais da Setas

Os prefeitos, secretários municipais de assistência social, coordenadores de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e técnicos de referência de 40 municípios tocantinenses participaram na tarde desta terça-feira, 4, de uma reunião ampliada com o secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), José Messias Alves de Araújo, onde foram apresentadas ações e serviços em prol dos beneficiários dos programas sociais e os empreendimentos de economia solidária.

Segundo o secretário da Setas o intuito da reunião é demonstrar aos gestores a intenção do Governo do Estado de trabalhar em total apoio aos municípios. Na ocasião, ele apresentou a pasta e todos os seus serviços disponíveis aos municípios e completou: “Estamos aqui de braços dados, tenho visitado as localidades, recebido os prefeitos e buscado ouvir e entender as demandas, porque acreditamos no municipalismo proposto pelo governador Mauro Carlesse”.

O técnico de referência da Inclusão Produtiva da Setas, Valter Frota, expôs aos prefeitos e equipes presentes, todos os programas e projetos desenvolvidos pela pasta para promover a ocupação e autonomia de famílias beneficiárias de programas sociais, e dos empreendimentos sociais do Estado e explica: “Essa gestão conseguiu destravar muitos projetos que deveriam ter sido executados em 2018 e agora vamos aos municípios para colocá-los em prática, movimentando as economias locais e trazendo benefícios às famílias que são o nosso público alvo”.

Projetos

Entre os projetos apresentados estão aqueles que são frutos de emendas parlamentares como o TO Criativo, apoiará a cadeia produtiva do artesanato e conta com recurso de R$ 120 mil, o Fornada de Talentos que trabalhará a panificação solidária com recursos de R$ 26 mil e o Costurando com Talento, projeto que apoiará a área de corte e costura com o valor de R$ 55 mil.

A diretoria de Inclusão Produtiva da Setas conta ainda com o Projeto Ecosol Territorial  que atende 17 municípios do Estado por meio de pontos de apoio, subdivididos em três macrorregiões (Territórios da Cidadania): Bico do Papagaio, Jalapão e região Sudeste do Estado. Em cada cidade, agentes de desenvolvimento local, sob monitoramento da Setas, trabalham na identificação, capacitação e assessoramento dos empreendimentos solidários. O Ecosol conta com recurso de R$ 2,3 milhões.

Outro projeto exposto aos presentes foi o Lixo e Cidadania que é dividido em três fases: a do diagnóstico que já foi executada nos 139 municípios do Estado; as capacitações do público-alvo e por último o processo e o aparelhamento de 14 empreendimentos solidários do Estado. Os valores destinados ao projeto são 5,2 milhões.

Economia solidária

A vice-presidente do Conselho Estadual de Economia Solidária, Marta Barbosa, esteve na reunião e expôs aos prefeitos a necessidade de conhecer e acessar as políticas e os recursos públicos disponíveis às populações dos municípios: “Todo o nosso empenho é para que os benefícios cheguem às pessoas e para isso precisamos muito de você”, declarou.

A prefeita de Palmeiras do Tocantins, Nalva Braga, agradeceu a parceria da Setas que já é efetiva em seu município e falou sobre a importância de unir forças “Essa reunião foi uma o oportunidade para sentarmos com os colegas prefeitos e perceber que todos nós estamos passando por dificuldades e por isso é fundamental unirmos forças e ter esse apoio do Governo do Estado”.

O município de Palmeiras conta com um importante Parque de Exposição da Agricultura Familiar a principal fonte de renda da região e na ocasião a prefeita reivindicou parceria para o setor, mas também disponibilizou aos presentes suas potencialidades.

Já o prefeito de Piraquê, Eduardo Sobrinho, gostou da proposta de apoio a agricultura familiar e comenta: “Nós temos oito assentamentos e quero implantar uma feira como a que foi exposta nesta reunião em nosso município. O municipalismo e esse apoio à ponta onde tudo acontece é que vai promover a mudança que nosso Estado e nosso país precisam”.

 

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Vazio sanitário do algodão começa no Tocantins a partir desta sexta-feira, 20

Medida é fundamental para prevenir e controlar o bicudo do algodoeiro, principal praga que ataca a cultura

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Vazio sanitário do algodão começa no Tocantins a partir desta sexta-feira

Inicia-se nesta sexta-feira, 20, o período do vazio sanitário do algodão no Tocantins, que segue até o dia 20 de novembro, conforme prevê a Instrução Normativa nº 05 de 1º de abril de 2019. Com isso, os cotonicultores estão proibidos de manter o plantio da oleaginosa. Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) esta medida é fundamental para prevenir e controlar o bicudo do algodoeiro, a principal praga que ataca a cultura.

A Adapec é o órgão responsável pelo monitoramento e fiscalização no campo para garantir que não haja plantas com risco fitossanitário durante o vazio sanitário. Segundo o chefe do Programa Estadual de Controle do Bicudo do Algodoeiro, Helcids de Sá Réis, este é o primeiro ano em que a Agência institui o vazio sanitário para esta cultura. “O vazio sanitário do algodão é essencial para evitar que haja proliferação de pragas, em especial, o bicudo do algodoeiro,” disse o gerente.

Durante o vazio sanitário, a Adapec irá fiscalizar essas áreas, orientando os produtores da importância da eliminação de todas as plantas com risco fitossanitário por meio de controle químico ou mecânico. Vale ressaltar que em caso de presença, o processo de eliminação é de responsabilidade do proprietário ou ocupante da área, e que, conforme a legislação, o produtor que for notificado pela Agência, e não eliminar as plantas estará sujeito a sanções previstas em lei.

O presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, disse que o objetivo da implementação do vazio sanitário na cultura do algodão é garantir que o cultivo da cultura que está iniciando no Estado tenha um sistema de controle que quebre o ciclo da praga, garantindo que os produtores de algodão não tenham prejuízos econômicos.

A Adapec, no período de vazio sanitário poderá autorizar a semeadura e manejo de plantas vivas do algodão quando destinado à produção de sementes genética e pesquisa cientifica, preenchido os requisitos, previstos na IN 05.

Dados

O Tocantins possui atualmente área plantada de algodão estimada em 5 mil hectares distribuída nos municípios de Tocantinia, Caseara, Dianópolis, Mateiros e Gurupi.

Bicudo do Algodoeiro

Os adultos são besouros com coloração cinza ou castanha, com 3 mm a 7 mm de cumprimento. Infesta as lavouras de algodão desde o início da emissão de botões florais até a colheita, podendo ter de 4 a 6 gerações em um ciclo da cultura e se não controlado pode causar perdas de até 70% da produção.

 

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Seminário sobre Apresentação das Tendências Agroclimatológicas ocorre nesta quarta em Palmas

São esperadas cerca de 150 pessoas; a participação é gratuita e aberta a produtores rurais, técnicos e pessoas interessadas

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Do plantio a colheita o produtor precisa saber do clima

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), a Universidade do Tocantins (Unitins) e parceiros realizam nesta quarta-feira, 18, o 5° Encontro para Apresentação das Tendências Agroclimatólogicas do Tocantins, no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Faet/Senar), em Palmas. No encontro são esperadas cerca de 150 pessoas, a participação é gratuita e aberta a produtores rurais, técnicos e pessoas interessadas.

O encontro tem como finalidade subsidiar a cadeia produtiva com informações e elementos que venham auxiliar no planejamento e tomada de decisão por parte do setor agropecuário, de forma a minimizar perdas decorrentes das mudanças climáticas.  A agricultura é a atividade econômica que mais depende das condições climáticas, uma vez que elas afetam todo o processo produtivo: cultivo, colheita, armazenagem, transporte e comercialização dos produtos.

As previsões agroclimatológicas apresentadas no encontro serão referentes à próxima safra agrícola 2019/2020 e, ainda, para os próximos dez anos.

Segundo o engenheiro agrônomo Alexandre Barreto, o monitoramento e acompanhamento das condições climáticas são essenciais para tomadas de decisão. “Com acesso às informações agroclimatológicas o produtor pode decidir, de maneira mais precisa, o melhor momento para realizar o manejo do solo, pulverização, colheita e outras atividades inerentes ao processo produtivo, contribuindo assim para o uso racional dos insumos e aumento de produtividade”, ressaltou.

Parcerias

O encontro é uma realização em parceira com a Empresa Brasileira de Pesquisa Aplicada (Embrapa), Universidade do Tocantins (Unitins), Ministério da Agricultura Pecuária (Mapa), Faculdade Católica do Tocantins (FACTO), Fazendão Agronegócio, Cooperativa Agropecuária de Pedro Afonso (Coapa), OCB-SESCOOP, Frísia, Programa ABC, Instituto Nacional de Meteorologia (INMET/MAPA), Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder) e Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Lançamento

Na ocasião a Seagro fará o lançamento do aplicativo Infotempo Tocantins, para dispositivos com sistema operacional Android e iOS, que disponibilizará informações sobre o tempo, mapas de monitoramento/previsão climática, histórico de dados e outras informações de forma simples e atualizadas para todo o estado.

O aplicativo utiliza dados provenientes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), Centro de Previsão de Tempo e Clima (CPTEC), Agência Nacional das Águas (ANA) e Fundação Universidade do Tocantins (Unitins).

Resenha

Seagro e Unitins farão ainda o lançamento do programa Resenha do Tempo com nova roupagem. O programa traz informações precisas sobre a previsão do tempo para diversas regiões do Tocantins, auxiliando o produtor nas tomadas de decisões para o plantio da safra e execução de outras atividades agrícolas que dependem diretamente das condições do clima.

O produtor rural pode acompanhar a Resenha do Tempo no site da Secretaria da Agricultura, nas redes sociais, Whatsapp e em breve, será veiculado semanalmente na TVE Tocantins.

Dessa maneira, a Resenha do Tempo é uma ferramenta importante e mais uma das nossas contribuições para deixar bem informado quem faz da terra o campo de desenvolvimento do nosso Tocantins e do Brasil.

Inscrições para o evento

As inscrições podem ser efetuadas acessando o endereço agrometereologia.seagro.to.gov.br ou no local do evento.

 

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Ciopaer presta apoio aéreo no combate às queimadas no estado

Aeronave do Ciopaer lançou cerca de 7,5 mil litros de água em focos de incêndio nesse sábado, 14, em Palmas

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Ciopaer presta apoio aéreo ao combate de queimadas e lança cerca de 7,5 mil litros de água em focos de incêndio nesse sábado

A aeronave do Centro Integrado de Operações Áereas (Ciopaer), unidade da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), realizou na tarde deste sábado, 14 mais um voo em prol do combate às queimadas no estado. Dessa vez a missão foi combater um incêndio próximo ao Ginásio Ayrton Sena em Taquaralto e próximo a ponte do Jardim Aureny I, na região sul de Palmas.

Acionada pelo Sistema Integrado de Operações (Siop), a equipe do “Tocantins 01” decolou do aeroporto de Palmas com equipamento acoplado ao helicóptero chamado de helibalde com capacidade de 545 litros. A bordo, a tripulação composta por três operadores, sendo dois pilotos e um operador aerotático, fizeram a captação de água próximo a Estação de Tratamento da Capital, sendo realizados 15 lançamentos, com um total de 7,5 mil litros de água para apagar os focos de incêndios.

Objetivo foi combater um incêndio próximo ao Ginásio Ayrton Sena em Taquaralto e próximo a ponte do Jardim Aureny I, na região sul de Palmas

O Diretor do Ciopaer, Major Bruno Mendes, destacou a importância do trabalho de monitoramento, combate e fiscalização dos incêndios desenvolvido pela unidade. “Ser o apoio aéreo para essas missões é muito gratificante, pois ao lançar uma quantidade de água em fogo é possível diminuir a temperatura e possibilitar o trabalho de rescaldo efetuado em solo pelos brigadistas para extinguir o incêndio”.

Para o supervisor de instruções e operações, Major Denys Dalla, há uma grande preocupação da Defesa Civil, com a chegada das primeiras chuvas, principalmente na zona rural, pois há um entendimento cultural de atear fogo na pastagem para limpar a área e as cinzas servirem de adubo. “Essa é a nossa apreensão, pois na zona rural culturalmente após as primeiras chuvas de setembro, coloca-se fogo no pasto para limpar e melhorar a qualidade da terra, pois as cinzas servem de adubo, na visão de algumas pessoas. Seja na zona urbana ou rural, isso só prejudica o meio ambiente, que é nossa casa e nosso local de trabalho”.
O Major lembrou a prevenção é mais fácil que o combate, já que muitas vezes todos os meios disponíveis não são suficientes para combater todos os focos que iniciam.

Atuação Cioaper

Ao longo do período de seca e combate às queimadas, o Ciopaer já realizou 149 lançamentos com o helibalde, um total de 74,5 mil litros de água. Dessa maneira o Ciopaer realizou em voos para Defesa Civil e Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins um monitoramento de mais de 9 horas de voo e combate à incêndio (lancamento/transporte Brigadistas) de pouco mais que 18 horas. Em um somatório de horas, o Ciopaer já realizou aproximadamente 27 horas de voos exclusivas no combate aos focos de incêndios no Tocantins.

 

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