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Estado

Plantio de soja está liberado no Tocantins a partir de 1º de outubro

Com fim do vazio sanitário da soja, o sojicultor deve ficar atento para realizar o cadastro obrigatório da área de plantio na Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adapec)

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Após o cumprimento do vazio sanitário, a partir de 1º de outubro os sojicultores tocantinenses estão autorizados ao plantio de soja

Encerra nesta segunda-feira, 30, o período do vazio sanitário da soja no Tocantins, com isso, a janela de plantio para a safra 2019/2020 está liberada a partir de 1º de outubro até o dia 15 de janeiro de 2020. O vazio teve início no dia 1º de julho, durante esse período os sojicultores ficaram proibidos de manterem plantas vivas de soja em campo.

“O vazio sanitário é um método legislativo de controle de pragas, que no caso da soja, é utilizado para o controle da ferrugem asiática, pois, o fungo causador desta praga é biotrófico, ou seja, necessita de plantas vivas de soja para se reproduzir, e o vazio sanitário evita essa ponte verde de uma safra para outra,” explicou o gerente de sanidade vegetal da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), Marley Camilo de Oliveira.

Para garantir o cumprimento da legislação e manter o controle sobre a ferrugem asiática no estado, a Adapec realiza constantemente durante o período de vazio sanitário, fiscalizações às propriedades que cultivaram soja na safra passada. “A Adapec vem intensificando as fiscalizações em campo, demonstrando o nosso compromisso com o patrimônio fitossanitário do Tocantins, possibilitando assim, o controle de pragas na próxima safra, e consequentemente ganhos na produção,” destacou o presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha.

Janela de Plantio

A Adapec alerta os sojicultores a ficarem atentos à legislação-Instrução Normativa nº 06/2019/Adapec de plantio de soja sequeiro no Tocantins, referente ao plantio por calendarização, que vai de 1º de outubro a 15 de janeiro. A norma também prevê a proibição do plantio de soja. Estas medidas visam somar com as demais ações existentes no controle da ferrugem asiática e outras pragas no estado.

Os sojicultores também devem fazer o cadastro de suas áreas de plantio da soja junto a Adapec. Este cadastro é anual e obrigatório para o produtor e está disponível no site adapec.gov.to.br. Após baixar o arquivo do cadastro, o produtor deve preenchê-lo e em seguida entregar no escritório da Adapec do seu município. O produtor tem até cinco dias úteis após o fim da janela de plantio para efetuar o cadastramento da área.

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Controle da raiva dos herbívoros são mantidas com medidas de vigilâncias ativas constantes

Raiva é uma zoonose transmissível do animal para o homem, que causa prejuízos econômicos aos produtores rurais com a perda de animais

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Adapec investiga focos da doença, monitora e cadastra abrigos e realiza a captura de morcegos hematófagos, principal transmissor da raiva

Referência na região Norte do Brasil, o Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros do Tocantins (PECRH) mantém um sistema de controle da doença por meio de ações de vigilâncias ativas e orientação aos produtores rurais. Este trabalho tem surtido resultados positivos sobre a zoonose no Estado.

Considerada como uma zoonose (transmissível do animal para o homem), a raiva causa também prejuízos econômicos aos produtores rurais com a perda de animais, “por isso a Agencia de Defesa Agropecuária (Adapec) possui um programa de controle da raiva estruturado, que atende os produtores em todo o Tocantins,” destaca o presidente da Agência, Alberto Mendes da Rocha.

Entre as ações desenvolvidas pelo programa estão: investigação de focos da doença, monitoramento e cadastramento de abrigos, captura de morcegos hematófagos, principal transmissor da raiva, promoção de palestras e orientações aos produtores rurais, comunidades rurais e escolas, e treinamento de equipes de agentes de saúde que atuam na zona rural dos municípios.

Só em 2019, a Adapec atuou no controle da raiva dos herbívoros em 55 municípios do Estado, onde realizou 482 vigilâncias ativas, promovendo orientação sobre a zoonose para mais de mil pessoas e capacitação para outras 473 pessoas. Foram capturados 1.199 morcegos hematófagos, com monitoramento de 92 abrigos e cadastrado de 98 novos abrigos. Houve registro de 17 focos.

Sintomas

Segundo o responsável técnico pelo PECRH, José Emerson Cavalcante, os produtores rurais devem ficar atentos aos sintomas da doença. “O animal que é infectado pelo vírus rábico, transmitido pelo morcego hematófago, apresenta alguns sintomas como isolamento do restante do rebanho, apatia, perda de apetite, salivação abundante e dificuldade para engolir. Com a evolução da doença, tem movimentos desordenados, tremores musculares, ranger de dentes, decúbito lateral e morte,” esclarece.

A Agência alerta que o produtor deve evitar o contato direto com animais que apresentam sintomatologia nervosa. Qualquer dúvida ou denúncia em relação à defesa agropecuária, o produtor pode entrar em contato também, por meio do Disque Defesa no 0800 63 11 22.

 

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Projeto Cartas de Esperança leva produção aos pacientes e profissionais de saúde em tempo de pandemia

Textos foram produzidos por mais de 30 estudantes do ensino médio da Escola Estadual Elisangela Glória Cardoso

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Cartas de Esperança continuam com ações envolvendo profissionais de saúde

As atividades desenvolvidas no Projeto Cartas de Esperança, da Escola Estadual Elisângela Glória Cardoso, de Palmas, continuam com o trabalho abrangendo mais pessoas. Quando o trabalho começou, em 2019, o público-alvo era os pacientes internados no Hospital Geral de Palmas (HGP), com o objetivo de treinar a escrita, por meio da produção de cartas, bem como ter empatia colocando-se no lugar do outro.

Com as medidas de isolamento e suspensão das aulas, este ano o projeto está sendo executado de forma diferente. A professora Eliana Brito, de língua portuguesa e mentora do projeto, conta que no momento atual, muitas pessoas precisam de um apoio, principalmente aquelas que se encontram internadas.

Dessa forma, segundo Eliana Brito, a estratégia de trabalho para com o projeto mudou. “Estamos trabalhando com a mediação da tecnologia. Os estudantes escrevem as cartas e eu passo na casa deles para pegá-las, e também alguns nos enviam por e-mail. Está funcionando de forma satisfatória, até porque um dos objetivos do projeto é trabalhar a empatia e a solidariedade, o que ocorre com palavras de ânimo e desejo de superação enviadas por meio das cartas”, destaca.

“As visitas aos pacientes estão suspensas, mas, em conversa com a psicóloga que trabalha no HGP, foi possível entregar as cartas”, afirma a professora Eliana Brito.

O resultado do trabalho é observado na fala de quem recebe as cartas. Selvino Alves Oliveira, paciente, conta como se sentiu. “Eu me senti muito feliz em receber a cartinha. Trouxe mais força para viver, mais confiança e fé em Deus”, agradece Eliana Brito.

A professora ainda enfatiza que as cartas são gêneros textuais que fazem parte do currículo escolar e que a metodologia de trabalho torna mais prática a aprendizagem. “A inspiração para o Projeto Cartas de Esperança veio de um programa de televisão. Então adaptei para a prática em sala de aula, aproveitando as experiências que podem fazer parte da vida dos estudantes. Essa é uma forma de fixar o conhecimento e de fazer com que os alunos desenvolvam a capacidade de se colocar no lugar do outro, que sejam capazes de se solidarizar com quem está precisando de uma mensagem de esperança”, finaliza.

 

 

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Governo do Tocantins amplia testagem para Covid-19 na região norte do Estado

Ampliação ocorre em parceria com a Universidade Federal do Tocantins, na região com maior incidência da doença no Estado

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Inicialmente a parceria irá garantir maior acesso aos testes RT-PCR para a região norte do Estado

Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/TO), firmou parceira com a Universidade Federal do Tocantins (UFT) para ampliação de testagem para o novo Coronavírus, causador da Covid-19, no Estado. Inicialmente a parceria irá garantir maior acesso aos testes de Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (RT-PCR) para a região norte do Estado, com a avaliação da possibilidade da estruturação do serviço nas dependências da Universidade em Araguaína. A equipe gestora/técnica do Lacen irá realizar vistoria na Unidade da UFT em conjunto com representantes do Comitê Extraordinário Covid-19 da Universidade.

A diretora do Lacen-TO, Jucimária Dantas Galvão, explicou que a parceria será implementada na região norte, Araguaína, onde há uma maior demanda por testes e a necessidade do atendimento com maior agilidade, especialmente dos pacientes hospitalizados. “O Lacen-TO realizará uma visita in loco nos laboratórios da UFT para verificar a possibilidade de certificação dos laboratórios seguindo as normas nacionais de Saúde Pública, sendo previsto a visita ao Câmpus de Araguaína, para o início de junho”, afirma a Diretora.

O Lacen-TO é o responsável no Estado pela realização dos testes de RT-PCR, que identifica a presença do gene do vírus Sars-CoV-2, esta metodologia é reconhecida e recomendada pelo Ministério da Saúde como padrão ouro para o diagnóstico da doença. O Lacen-TO possui em estoque 50.080 testes de amplificação RT-PCR (Biomaguinhos/IDT) e atualmente tem capacidade para processar 500 análises por dia.

A UFT solicitará o cadastro dos laboratórios de pesquisa situados em Araguaína, Palmas e Gurupi para a realização de exames diagnósticos via RT-PCR para auxiliar o Lacen-TO em ampliar a oferta e dar agilidade nos resultados dos exames, principalmente na região norte, região com maior incidência da Covid-19 no Tocantins. Os dados demonstram que a região de Saúde Médio Norte Araguaia (Araguaína) possui incidência de 575,75 casos por 100 mil habitantes e a região do Bico do Papagaio conta com 229,27 casos por 100 mil habitantes.

Participaram da reunião para definição da parceria a superintendente de Vigilância em Saúde, Perciliana Joaquina Bezerra de Carvalho; a diretora do Lacen-TO, Jucimária Dantas Galvão; a responsável pela Rede de Laboratórios e Gestão da Qualidade, Anyelli Siqueira da Cunha, a responsável pelo setor de Biologia Molecular do Lacen-TO, Sirlene Borges Damasceno; o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação, professor Raphael Sanzio Pimenta e o membro do Comitê Extraordinário COVID-19 da UFT, professor Flávio Milagres.

 

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