domingo, 27 de maio de 2018
Política

17/05/2018 ás 01h59 - atualizada em 17/05/2018 ás 02h25

Romilton

Palmas / TO

Marcos Souza diz que não nomeará nenhum secretário neste momento “emergencial”, só voluntários
empresário afirmou que, se eleito no dia 3 de junho, não vai nomear nenhum secretário neste momento em que ele chama de “emergencial”.
Marcos Souza diz que não nomeará nenhum secretário neste momento “emergencial”, só voluntários
Jenilson Alves e Marcos Sousa, candidatos a vice-governador e governador do PRTB nesta eleição suplementar (Foto: Divulgação)

O empresário afirmou que, se eleito no dia 3 de junho, não vai nomear nenhum secretário neste momento em que ele chama de “emergencial”. “Minha equipe será chamada de Equipe de Resgate, formada por voluntários altamente qualificados que, assim como eu, querem resgatar a autoestima e recuperar a saúde do Estado”, disse. 


Sou ainda avisou que será o primeiro “governador secretário de Saúde” da história. “Vou despachar na primeira semana de dentro do HGP e assim farei em todos os demais hospitais estaduais, junto da equipe que trabalha dentro dos hospitais. Nós iremos identificar os erros e solucioná-los, e faremos isso em tempo recorde”, garantiu.


Por fim, o candidato do PRTB afirmou ser diferente em tudo dos seus adversários nesta eleição suplementar. “Eles não têm respeito com a população, e eu tenho, eles não têm moral para olhar nos olhos e conversar com o povo de peito aberto, e eu tenho. Eles têm sede pelo poder a qualquer custo, e eu não tenho”, comparou.  


Confira a íntegra da entrevista com o candidato Marcos Souza: 


CT — O governo do Tocantins deve R$ 1,3 bilhão para fornecedores, prestadores de serviços, consignados e Igeprev. Tem um passivo de mais de R$ 1 bilhão de direitos trabalhistas. Está desenquadrado em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), com quase 55% de comprometimento da Receita Corrente Líquida com a folha. Todos os últimos governadores prometeram uma mudança radical na vida do Estado, mas, ao assumirem, apenas reclamaram da “herança maldita”. Como se vê, já é totalmente conhecido o caos financeiro e fiscal do Tocantins. Se assumir o Palácio Araguaia, o sr. considera que ainda terá direito de se dizer surpreendido pelos números? E o que fazer diante de tamanho caos administrativo, financeiro e fiscal?


Marcos Souza — Os números dos rombos financeiro e moral que eles causaram no governo são conhecidos por todos, isso não será surpresa para nós. Agora, caberá a nossa equipe é acabar com esse “caos”. O que temos consciência é do custo real de cada coisa, eu sei quanto custa um clips, quanto custa um pneu de uma ambulância e quanto custa um seringa. Eu também sei que o valor que eles pagam e sempre pagaram, está bem acima do normal e do que realmente devem custar.


Então, um ajuste nas despesas, principalmente nas aquisições, já surtirá num efeito bastante positivo. Muitos serviços que hoje demandam muita gente e tempo também podem ser solucionados com uso das novas tecnologias e nós colocaremos isso à disposição da gestão dos processos internos do governo e iremos envolver todas as pessoas de bem neste processo.


 


Uma demonstração inicial de como economizar será o corte dos privilégios, começando por mim. Vou abrir mão de salários e de moradia oficial. Não irei nomear nenhum secretário neste momento emergencial, minha equipe será chamada de Equipe de Resgate, formada por voluntários altamente qualificados que, assim como eu, querem resgatar a autoestima e recuperar a saúde do Estado.  

FONTE: Portal CT

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