Segunda, 25 de junho de 2018
Polícia

27/02/2018 ás 16h40

Romilton

Palmas / TO

Roda de Conversa discute medida socioeducativa para meninas no Tocantins
Evento ocorre no próximo dia 1° de março às 9 horas, no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos
Roda de Conversa discute medida socioeducativa para meninas no Tocantins
Evento ocorre no próximo dia 1º de março, às 9 horas, no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos

Com os objetivos de discutir, capacitar e promover a troca de experiências entre as servidoras do Centro de Internação Provisório Feminino (Ceip) e Unidade de Semiliberdade Feminina (USL), em Palmas, a Diretoria de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente (DPCA) da Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), por meio do Núcleo Gestor Estadual da Escola Nacional de Socioeducação, promove no próximo dia 1º de março às 9 horas, no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, e terá como facilitadora a advogada e militante da causa das mulheres negras e LGBT, Karol Chaves.


O documentário dirigido pela antropóloga, pesquisadora e professora, Débora Diniz Rodrigues, apresenta o estudo etnográfico da medida socioeducativa de internação no Distrito Federal e será um dos pontos de partida para a roda de conversa que visa entender a subjetividade das adolescentes que cumprem medidas socioeducativas no Tocantins.


Para a analista técnica e pedagoga, Maria José, a finalidade do encontro é debater, refletir e implementar ações e prática necessárias a política de atendimento do Sistema Socioeducativo, “no que diz respeito ao atendimento dessas adolescentes, de acordo com as Diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente e Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo”, ressalta.


Meninas fora da Lei


O estudo foi financiado pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e dos Adolescentes do Ministério de Direito Humanos. É resultado de uma pesquisa, que teve início em 2015, com dados etnográficos na Unidade de Internação de Santa Maria, habitada por adolescentes privadas de liberdade.


Três dimensões principais são analisadas no estudo: a precarização da vida das meninas antes da chegada à unidade de internação; a vivência do tempo na unidade; e seu desamparo ao fim da medida. Dados, fotos e cartas de adolescentes que habitaram a unidade de internação socioeducativa no Distrito Federal são evidências urgentes para a necessidade de garantia de direitos de adolescentes em conflito com a lei no país. (Com informações do site justificando.cartacapital)*




 


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