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Ministério da Agricultura interdita cervejaria em Minas Gerais

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento interditou a cervejaria Backer, fabricante da cerveja Belorizontina. Exames laboratoriais realizados pela Polícia Civil de Minas Gerais identificaram a presença da substância dietilenoglicol em amostras de ao menos dois lotes da cerveja. Uma pessoa morreu e mais oito foram internadas após consumirem a cerveja. Um nono caso foi descartado.

Além da interdição da fábrica, foram apreendidos 16 mil litros de cervejas, em caráter cautelar. O ministério também determinou ações de fiscalização para a apreensão dos produtos que ainda se encontram no mercado.

Segundo o ministério, auditores fiscais agropecuários continuam averiguando em que situação a contaminação dos lotes da cerveja ocorreu. Após as análises laboratoriais, afirmou o ministério, novas informações serão prestadas. O presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli, disse hoje (10) que a substância dietilenoglicol raramente é usada na produção de cervejas.

Logo após a Polícia Civil ter revelado o resultado da perícia, a cervejaria Backer informou que vai recolher todos os vasilhames de Belorizontina dos lotes L1 1348 e L2 1348. A medida, segundo a empresa, é preventiva, pois o dietilenoglicol não faz parte do processo de produção de suas cervejas. A cervejaria não aponta nenhuma hipótese para explicar como, então, a substância teria contaminado os produtos periciados.

“A Cervejaria Backer continua à disposição das autoridades para auxiliar no que for necessário até a conclusão das investigações”, afirmou a empresa, em nota.

A Backer informou também que, até o momento, não foi notificada a respeito de nenhuma interdição em sua fábrica por parte do Ministério da Agricultura. No entanto ressalta que permanece à disposição das autoridades e que, conforme anunciado mais cedo à imprensa, planeja interromper suas atividades momentaneamente neste sábado (11), para realizar uma vistoria completa em seus processos de produção, visando oferecer conforto e esclarecimento aos seus clientes. A cervejaria aguarda a conclusão das investigações e reforça seu compromisso com a qualidade de seus produtos.

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Manutenção é realizada da TO-255, na região do Jalapão

Trecho de 158 km está recebendo serviços de patrolamento e de recuperação de pontos com erosões e atoleiros

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Manutenção da TO-255 deve melhorar trafegabilidade na região do Jalapão

O trecho da TO-255, entre os municípios de Ponte Alta do Tocantins e Mateiros, está recebendo a manutenção do Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto). Essa rodovia é uma das que dão acesso ao Parque Estadual do Jalapão e a alguns de seus atrativos turísticos, como as dunas.

O trecho em manutenção é de 158 km de rodovia não pavimentada. Uma equipe da Residência Rodoviária de Dianópolis está realizando os serviços de patrolamento e de recuperação de pontos com erosões e atoleiros. De acordo com o coordenador da equipe, Leandro Araújo, a primeira etapa dos trabalhos está sendo realizada de Ponte Alta até a ponte sobre o Rio Vermelho, próximo da Serra da Muriçoca, tendo cerca de 80 km no total.

Com a conclusão dessa primeira etapa, a equipe segue na manutenção da estrada em direção ao município de Mateiros. O trabalho tem como objetivo restabelecer a trafegabilidade da rodovia na região, que é um dos principais polos turísticos do Estado. Ainda mais, porque há a expectativa de reabertura do Parque para o turismo ainda neste mês, aumentando o tráfego de veículos no local.

A secretária de Estado da Infraestrutura, Juliana Passarin, frisa que o Governo do Tocantins entende que este é um momento muito delicado para a região do Jalapão, cuja economia está ligada principalmente ao turismo. “A melhoria da malha viária do Jalapão atende moradores e contribui para o turismo, facilitando o acesso aos atrativos locais. É uma região de solo arenoso, por isso temos feitos um trabalho contínuo lá”, reforça.

Outros serviços

Desde o início do ano, cerca de 700 km de rodovias não pavimentadas no Jalapão receberam intervenções. A região engloba os municípios de Mateiros, São Félix, Ponte Alta, Novo Acordo, Rio Sono, Lizarda e o acesso ao Povoado Mumbuca.

Foram realizados serviços de recuperação do tráfego em pontos críticos nas rodovias TO-110 de Mateiros ao Rio Galhões (entroncamento TO-255) e de Mateiros a São Félix; na TO-255, de Ponte Alta a Mateiros; na TO-030, de São Félix a Novo Acordo; TO-130, trecho do entroncamento TO-245 ao entroncamento TO-020; TO-245, do Rio Sono à divisa TO-MA; TO-020, trecho do entroncamento da TO-245 (Lizarda) a Novo Acordo, bem como na estrada vicinal municipal que dá acesso ao povoado Mumbuca.

 

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Inflação oficial sobe para 0,26% em junho

Índice supera os registrados em maio e junho, diz IBGE

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A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,26% em junho.

Ela é maior que as registradas em maio deste ano (-0,38%) e em junho de 2019 (0,01%).

Com o resultado de junho, o IPCA acumula inflação de 0,10% no ano e de 2,13% em 12 meses.

Os dados foram divulgados hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A inflação em junho veio depois de duas quedas de preços consecutivas: em maio (-0,38%) e em abril (-0,31%).

Alimentos e bebidas puxam inflação
Os principais responsáveis pela inflação em junho foram os alimentos e bebidas, que tiveram alta de preços de 0,38%, em razão da inflação de produtos como as carnes (1,19%), leite longa vida (2,33%), arroz (2,74%), feijão-carioca (4,96%) e queijo (2,48%). A refeição fora de casa também teve alta de preços (0,22%).

Os transportes também tiveram impacto importante no IPCA de junho, ao registrarem inflação de 0,31%, devido a altas de preços de itens como gasolina (3,24%), etanol (5,74%), gás veicular (1,01%) e óleo diesel (0,04%).

Outros grupos de despesas com inflação em junho foram habitação (0,04%), artigos de residência (1,30%), saúde e cuidados pessoais (0,35%), educação (0,05%) e comunicação (0,75%). Ao mesmo tempo, dois grupos de despesas tiveram queda de preços (deflação): vestuário (-0,46%) e despesas pessoais (-0,05%).

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Inflação da construção civil fica em 0,14% em junho

Segundo IBGE, é a menor taxa mensal deste ano

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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,14% em junho deste ano. A taxa é inferior à observada em maio (0,17%) e também é a menor taxa mensal deste ano e a menor entre meses de junho desde que começou a série histórica desta versão da pesquisa, em 2013.

O Sinapi, que mede a inflação na construção em todo o país, acumula taxas de inflação de 1,47% no ano e de 3,52% em 12 meses, de acordo com os dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com a inflação de junho, o custo da construção por metro quadrado chegou a R$ 1.175,62 em junho deste ano. Os materiais tiveram alta de preços de 0,17% e passaram a custar R$ 616,59 por metro quadrado, enquanto a mão de obra subiu 0,10% e passou a custar R$ 559,03 por metro quadrado.

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