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Polícia

Homem condenado por incêndio criminoso é preso pela Polícia Civil em Araguacema

Crime ocorreu em 2010 e, em 2016, o homem foi condenado pela Justiça

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Homem condenado por incêndio criminoso é preso pela Polícia Civil em Araguacema

Policiais civis da 53ª Delegacia de Polícia de Araguacema (DP), coordenados pelo delegado Antônio Onofre Oliveira, efetuaram na manhã desta quarta-feira, 24, naquela cidade, a prisão de um indivíduo que possui condenação transitada em julgado pelo crime de incêndio ambiental. Ele foi capturado mediante cumprimento a mandado de prisão preventiva, quando se encontrava em uma residência em Araguacema.

Segundo a autoridade policial, após obter cópia da ordem judicial, os policiais civis da 53ª DP deram início às diligências para localizar o paradeiro do homem e assim efetuar sua prisão. Após a realização dos procedimentos legais cabíveis, o indivíduo foi recolhido à Cadeia Pública de Araguacema, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

O crime

Ainda conforme o delegado Antonio Onofre, o crime ocorreu no ano de 2010, quando o autor, que tinha 18 anos de idade à época dos fatos, ateou fogo na mata de floresta nativa às margens da Rodovia TO-080, na cidade de Araguacema, causando um incêndio de enormes proporções, que destruiu vários hectares de mata nativa, causando outros prejuízos materiais e demorou um bom tempo para ser devidamente controlado.

Em 2016, o indivíduo foi condenado pelo Poder Judiciário da Comarca de Araguacema, porém não se apresentou e nem foi encontrado para dar início ao cumprimento da pena, o que ensejou à Justiça a emitir uma ordem de captura, que foi cumprida pela Polícia Civil nesta quarta-feira.

 

 

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Cidades

Presos em operação Forâneo da Polícia Civil são condenados pela Justiça a penas que, somadas, totalizam 50 anos de prisão

Operação foi realizada em agosto de 2019 para desarticular quadrilha que atuava no tráfico de drogas em Lagoa da Confusão e região

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Dinheiro em espécie apreendido durante a operação Forâneo em agosto do ano passado

Sete pessoas presas durante a Operação Forâneo, realizada em agosto de 2019 pela Polícia Civil do Tocantins, no município de Lagoa da Confusão, para desarticular o tráfico de drogas na região, foram condenadas pela Justiça do Tocantins, a penas, que somadas, totalizam 50 anos de prisão. O julgamento dos réus ocorreu na semana passada na 1ª Escrivania Criminal de Cristalândia.

A Operação Forâneo foi realizada pela 58ª Delegacia de Polícia de Lagoa da Confusão e cumpriu nove mandados de prisão preventiva em desfavor pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas nos municípios de Lagoa da Confusão, Cristalândia, Palmas e Rio Verde, no estado de Goiás.

Para o responsável pela Operação Forâneo, delegado Hismael Tranqueira, titular da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (6ª Deic de Paraíso do Tocantins), a condenação dos suspeitos presos coroa de êxito a realização da ação realizada contra o tráfico de drogas em Lagoa da Confusão e municípios vizinhos. “Cabe ressaltar que durante o julgamento, foram utilizadas as evidências e provas coletadas durante as investigações que duraram cerca de 90 dias”, ressaltou o delegado.

Investigação

Sobre as investigações, o delegado Hismael Tranqueira lembra recorda que elas foram iniciadas em abril de 2018 com as suspeitas de que uma organização criminosa atuava na cidade fornecendo drogas a usuários da região. Ainda de acordo com o delegado, em junho de 2018, um homem foragido da cadeia pública de Cristalândia, desde 2016, com cinco mandados em aberto, foi preso no estado do Goiás. A partir da prisão deste homem, a Polícia Civil conseguiu apurar que, mesmo da cadeia, ele chefiava o microtráfico no município de Lagoa da Confusão, tendo inclusive enviado sua ex-esposa para viver na cidade e coordenar as atuações criminosas.

A operação levou o nome de Forâneo por remeter ao significado de fora, estranho, estrangeiro. Um dos alvos, na ocasião, tinha como endereço residencial a cidade de Porto Nacional, mas morava em Lagoa da Confusão para traficar drogas. Participaram da operação policiais civis da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Deic), do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote) e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e demais delegacias circunscricionais.

 

 

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Polícia

Mesmo com as dificuldades impostas pela Covid-19, Polícia Civil trabalha continuamente no combate à criminalidade

Na mira da Polícia estão a repressão à corrupção e ao crime organizado, entre outros

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O desafio de combater a criminalidade em todos os setores para tornar o Tocantins mais seguro é contínuo. Além dos crimes contra a vida (homicídio, feminicídio, latrocínio, lesões corporais) e contra o patrimônio (furtos e roubos), a Polícia Civil do Tocantins trabalha no combate à corrupção e ao crime organizado.

Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), ações pontuais e operações de maior porte vêm sendo realizadas para desmontar quadrilhas que atuam de forma criminosa contra o patrimônio público e privado e, por conseguinte, afetam a vida de milhares de famílias.

A segunda fase da Operação Dolos realizada, nessa quarta-feira, 17, em Araguaína e Tocantinópolis, na região norte do Estado, é exemplo de uma dessas operações de combate à corrupção e ao crime organizado. Realizada pela Delegacia Especializada na Repressão a Furtos e Roubo de Veículos Automotores (DERFRVA), com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público, a operação foi concluída com sucesso. Assim como ocorreu na primeira, que foi realizada no mês de fevereiro e atingiu também o município de Wanderlândia.

Nas duas operações, a DERFRVA cumpriu dez mandados de prisão preventiva contra servidores de circunscricionais do Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran), despachantes e empresários. Além das prisões, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, resultando na apreensão de veículos de luxo e motocicletas.

Das prisões efetuadas na primeira fase, em 12 de fevereiro, três servidores do Detran foram indiciados por corrupção e outros crimes, como fraudes em transferência de veículos automotores. Ainda na primeira fase, foram presas outras quatro pessoas por participação direta nos crimes de corrupção ativa e envolvimento com os servidores públicos do Detran.

Na segunda fase, realizada nessa quarta-feira, 17, também foi preso por corrupção e outros crimes, mais um servidor do Detran que já vinha sendo investigado. Também nesta fase foram presos dois despachantes por crimes envolvendo fraudes em transferências de veículos automotores e corrupção ativa.

Conforme a investigação, os servidores públicos presos pela Operação Dolos solicitavam e recebiam vantagens indevidas, em razão do cargo, para facilitar e auxiliar e auxiliar centenas de emplacamentos no Estado do Tocantins de veículos roubados.

Detran

O Detran contribuiu com as investigações e informou que, caso seja comprovada a participação dos servidores no esquema investigado, o órgão tomará as medidas administrativas cabíveis. O órgão esclareceu ainda que continua à disposição para mais informações e que não compactua com atividades ilícitas desenvolvidas, seja por servidores ou empresários e despachantes que trabalham junto ao Detran.

Hipócrates

Outra operação de combate à corrupção realizada recentemente foi a Hipócrates. Deflagrada no final do mês de abril, em Cristalândia, na região central do Estado, a ação foi realizada pela 6ª Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Paraíso do Tocantins e com apoio da 8ª DEIC de Gurupi, ambas vinculadas à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO). Durante a operação foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na sede da Prefeitura de Cristalândia e na Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação realizada pela equipe da a 6ª DEIC aponta que, pelo esquema criminoso, um médico foi contratado para atender no Programa Saúde da Família (PSF) pela Prefeitura de Cristalândia entre os anos de 2006 a 2012. Conforme investigado, o médico recebeu a quantia de R$ 960 mil, mas jamais exerceu suas atividades laborais ao município de Cristalândia, causando, dessa maneira, enorme prejuízo aos cofres públicos municipais. Documentos relativos ao médico investigado foram apreendidos para elucidar o caso.

Walking Dead

No início do mês de maio, a Polícia Civil do Tocantins, por meio da Divisão Especializada em Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT), realizou em Araguaína a 4ª fase da operação Walking Dead. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas residências e escritórios de dois contadores e um corretor. A operação investiga empresa atacadista de grãos que teria causado prejuízo de mais de R$ 2,5 milhões ao Estado.

Outras operações

Outras operações realizadas foram, a Praetorium mInati, da DEIC de Palmas para coibir a ação criminosa de uma facção de renome nacional que, teria, inclusive, ameaçado magistrados da Vara Criminal da Capital. A DEIC de Palmas também foi responsável por duas outras operações relacionados ao roubo de carros-fortes no Tocantins (Guerra Justa e Américo Gama). A ação das duas Divisões de Repressão à Narcóticos (Palmas e Araguaína) também foram decisivas na apreensão de drogas em todo o Estado e também na prisão em flagrante de pessoas suspeitas de envolvimento no crime de tráfico de drogas.

Em Gurupi, no sul do Estado, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizou a operação 5º mandamento, cumprindo três mandados de prisão preventiva em desfavor de suspeitos de envolvimento no homicídio que vitimou a jovem de iniciais A.S.S., de 20 anos, cujo corpo foi encontrado debaixo de uma ponte, dia 28 de fevereiro deste ano.

Em Palmas, a DHPP recentemente cumpriu também mandados de prisão em desfavor de pessoas envolvidas em crimes de homicídios, dentre os quais se destacam os casos do servidor público encontrado morto dentro de sua casa, e de um senhor de 53 anos, morto durante um assalto em sua propriedade rural na região norte da Capital.

O combate à violência contra a mulher e vulneráveis também foi contemplado por diversas ações pontuais e pela Operação Marias realizada em março. A grande operação envolveu o efetivo da Polícia Civil e das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) para que fosse dado cumprimento da 21 mandados judiciais, dos quais 20 eram de prisão (oito foram cumpridas) e um de busca e apreensão. A ação envolveu também 239 fiscalizações de cumprimento de medidas protetivas e sete de apurações de denúncias. Assim como foram lavrados Autos de Prisão em Flagrante.

Novo Coronavírus

A segurança da população também foi priorizada nas dezenas de operações realizadas pela Polícia Civil e demais forças de segurança para cumprir determinação do Governo do Tocantins sobre o distanciamento a ser mantido, em função da pandemia do novo Coronavírus. As forças de segurança também foram essenciais na ação do Governo para trazer em segurança estudantes que se encontravam em países vizinhos e que precisavam voltar para o Tocantins.

 

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Polícia

Sede da Segurança Pública na Capital passa por limpeza preventiva da Covid-19

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Sede da Secretaria da Segurança Pública passa por higienização de prevenção à Covid-19

A sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP), localizada na Praça dos Girassóis, passou nesta sexta-feira, 29, por uma limpeza a base de hipoclorito e água. Piso e paredes foram completamente higienizados. A medida faz parte das ações para evitar a propagação do novo coronavírus (Covid-19) na sede da SSP-TO e em suas unidades e continuará sendo realizado enquanto houver risco de contaminação pela Covid-19. Além desta limpeza preventiva, todos os dias são higienizados com álcool 70º superfícies diversas, como maçanetas, corrimão de escadão e louças dos banheiros.

Para o enfrentamento da Covid-19, a SSP-TO reforçou recentemente o estoque de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para serem utilizados em todas as suas unidades. Foram adquiridos 500 galões de cinco litros de álcool gel 70º, 2.489 frascos de álcool gel 420 gramas, 100 galões de cinco litros de sabonete líquido e 2 mil unidades de 500 ml de limpadores multiuso limpeza pesada.

Todo esse material garante a salubridade das unidades e preservará a saúde dos servidores nas unidades da Capital e nas oito regionais da Polícia Civil e também da Superintendência da Polícia Científica (Perícia Criminal, Instituto Médico Legal e Instituto de Identificação). Também já foram adquiridos e estão sendo entregues, mais 500 refis de álcool gel de 800 ml e seis mil embalagens de sacos de lixo, cada uma contendo dez unidades.

Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Barbosa Sampaio, ações preventivas como as de hoje na sede da SSP e a compra dos EPIs é resultado do esforço do Governo do Estado do Tocantins e da gestão da Pasta para resguardar a saúde dos servidores e, dessa forma, assegurar o combate à criminalidade e a segurança da população.

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