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Governo está reconstruindo 14 trechos de rodovias estaduais

Obras, que foram orçadas em R$ 146,6 milhões, abrangem 14 municípios no sudeste e no centro do Estado

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Ao completar seis meses a atual gestão tem balanço positivo em relação à retomada do desenvolvimento, especialmente, nas áreas de infraestrutura, logística, transportes e obras. O Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias (Crema), 2ª etapa, está reconstruindo a pavimentação asfáltica e devolvendo as condições de trafegabilidade em 411,38 km de extensão, divididos em dois contratos. Os contratos somam a execução de nova pavimentação em 14 trechos de rodovias estaduais, abrangendo diretamente 14 municípios em duas regiões, no sudeste e no centro do Estado.

As obras foram orçadas em R$ 146,6 milhões, com prazo de 1.440 dias para serem entregues. O Crema é a principal modalidade do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS) em parceria com o Governo do Tocantins.

Trechos

Os trechos foram escolhidos a partir de uma estratégia de fortalecimento da infraestrutura e logística de transporte e desenvolvimento pelo viés das rodovias tocantinenses.

Os serviços já estão sendo executados nos primeiros trechos e, passarão progressivamente aos demais. São eles: Dianópolis a Novo Jardim; Novo Jardim à divisa TO-GO; Entroncamento TO-040 a Ponte Alta do Bom Jesus; Ponte Alta do Bom Jesus ao Entroncamento da BR-242 (Taguatinga); Taguatinga a Aurora; Aurora a Lavandeira; Lavandeira a Combinado; Combinado a Novo Alegre; Novo Alegre à divisa TO-GO. Além do entroncamento da TO-110 que dá acesso ao balneário turístico dos Azuis, em Aurora do Tocantins.

Na região central do Estado são os trechos das rodovias TO-080, entre Palmas e Paraíso; da TO-070, entre Porto Nacional e Brejinho de Nazaré; e da TO-255, entre Porto Nacional e Monte do Carmo.

“Essas rodovias devem permanecer com boas condições de trafegabilidade durante a vigência do contrato, que é de cinco anos em média. É uma garantia dada pelo Crema, que realiza periodicamente no segmento atividades que vão de roçadas até reparos na pista”, afirma o presidente da  Agência Tocantinense de Transporte e Obras (Ageto) Virgílio Azevedo.

Erosão

A erosão, no perímetro urbano de Araguaína, às margens da TO-222 era um problema antigo que está sendo solucionado por esta gestão, por meio de uma obra de macrodrenagem. O investimento é de R$ 3,5 milhões. Cerca de 78% da obra já foi realizada. Todo o sistema é composto por 260 metros de galerias e 90 metros de bueiros. A obra é financiada pelo Banco Mundial, via Programa PDRIS.

Pavimentação

A pavimentação asfáltica da rodovia TO-141 está bem adiantada. O trecho liga Palmeirópolis à divisa do estado de Goiás, na região sul tocantinense. O projeto prevê a realização de obras de terraplenagem, drenagem pluvial e construção do asfalto de 26,25 km da rodovia.

A estrada terá pista simples de mão dupla com faixa de domínio de 80 metros. A obra foi orçada no valor de R$ 24,1 milhões, com prazo de entrega em 540 dias. Os recursos são provenientes Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS), na modalidade pavimentação.

Vicinais

Também foram iniciadas nesse mês outras 20 obras financiadas pelo programa PDRIS, mas dentro da modalidade vicinais. São obras de melhorias nas estradas vicinais no município de Palmas. O investimento na zona rural da Capital é de mais de R$ 2,4 milhões.

Desse montante, cerca de R$ 370 mil são para vigas de concreto que serão usadas em seis pontes que serão montadas no lugar onde atualmente funcionam velhas pontes de madeira. Serão quatro pontes de 10 metros cada, e duas de 20 metros.

Apertar da hora

Outra obra de grande importância, que está em finalização, é a de correção do traçado da rodovia TO-387. Um trecho sinuoso de cerca de 2 km com várias curvas perigosas em sequência na serra. Diversos acidentes já aconteceram no local. A rodovia liga o município de Palmeirópolis  ao estado de Goiás. O valor da obra está estimado em R$ 1 milhão e trará mais segurança aos motoristas que trafegarem na rodovia.

Força-tarefa

Logo que acabou o período chuvoso a  Agência Tocantinense de Transportes e Obras iniciou uma força-tarefa tapando os buracos das rodovias nos trechos mais danificados. Já são cerca de mil quilômetros recuperados, somados nas sete Residências Rodoviárias no Estado. A operação tapa-buracos da força-tarefa já está completando uns 35 dias. A expectativa é de que em 60 dias, toda a malha rodoviária receba a manutenção nos buracos e também o roço nas laterais das pistas. Os serviços dessa operação são realizados por equipes da própria Ageto.

Não Pavimentadas

Também fazem parte dos trabalhos da força-tarefa da Ageto, os serviços de recuperação de rodovias estaduais não pavimentadas danificadas pelas chuvas. São trabalhos de nivelamento do pavimento, roçagem, etc. Do cronograma pré estabelecido para a recuperação e conservação das rodovias estaduais não pavimentadas 497,30 quilômetros estão em manutenção, alguns deles já concluídos.

Ponte

Com objetivo de garantir a trafegabilidade dos usuários da TO-255, o Governo do Tocantins realizou obras de manutenção e conservação na ponte sobre o Rio Tocantins, em Porto Nacional.  A reforma viabilizou a retomada da passagem de carros de passeio, caminhonetes, motos, ciclistas e pedestres. O investimento foi de cerca de R$ 2 milhões e a estrutura ganhou novo pavimento, nova sinalização, pórticos limitadores de altura e redutores de velocidade.Paralelamente, o Governo providenciou a travessia via balsas para veículos de carga, como caminhões e ônibus.

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Vazio sanitário do algodão começa no Tocantins a partir desta sexta-feira, 20

Medida é fundamental para prevenir e controlar o bicudo do algodoeiro, principal praga que ataca a cultura

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Vazio sanitário do algodão começa no Tocantins a partir desta sexta-feira

Inicia-se nesta sexta-feira, 20, o período do vazio sanitário do algodão no Tocantins, que segue até o dia 20 de novembro, conforme prevê a Instrução Normativa nº 05 de 1º de abril de 2019. Com isso, os cotonicultores estão proibidos de manter o plantio da oleaginosa. Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) esta medida é fundamental para prevenir e controlar o bicudo do algodoeiro, a principal praga que ataca a cultura.

A Adapec é o órgão responsável pelo monitoramento e fiscalização no campo para garantir que não haja plantas com risco fitossanitário durante o vazio sanitário. Segundo o chefe do Programa Estadual de Controle do Bicudo do Algodoeiro, Helcids de Sá Réis, este é o primeiro ano em que a Agência institui o vazio sanitário para esta cultura. “O vazio sanitário do algodão é essencial para evitar que haja proliferação de pragas, em especial, o bicudo do algodoeiro,” disse o gerente.

Durante o vazio sanitário, a Adapec irá fiscalizar essas áreas, orientando os produtores da importância da eliminação de todas as plantas com risco fitossanitário por meio de controle químico ou mecânico. Vale ressaltar que em caso de presença, o processo de eliminação é de responsabilidade do proprietário ou ocupante da área, e que, conforme a legislação, o produtor que for notificado pela Agência, e não eliminar as plantas estará sujeito a sanções previstas em lei.

O presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, disse que o objetivo da implementação do vazio sanitário na cultura do algodão é garantir que o cultivo da cultura que está iniciando no Estado tenha um sistema de controle que quebre o ciclo da praga, garantindo que os produtores de algodão não tenham prejuízos econômicos.

A Adapec, no período de vazio sanitário poderá autorizar a semeadura e manejo de plantas vivas do algodão quando destinado à produção de sementes genética e pesquisa cientifica, preenchido os requisitos, previstos na IN 05.

Dados

O Tocantins possui atualmente área plantada de algodão estimada em 5 mil hectares distribuída nos municípios de Tocantinia, Caseara, Dianópolis, Mateiros e Gurupi.

Bicudo do Algodoeiro

Os adultos são besouros com coloração cinza ou castanha, com 3 mm a 7 mm de cumprimento. Infesta as lavouras de algodão desde o início da emissão de botões florais até a colheita, podendo ter de 4 a 6 gerações em um ciclo da cultura e se não controlado pode causar perdas de até 70% da produção.

 

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Seminário sobre Apresentação das Tendências Agroclimatológicas ocorre nesta quarta em Palmas

São esperadas cerca de 150 pessoas; a participação é gratuita e aberta a produtores rurais, técnicos e pessoas interessadas

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Do plantio a colheita o produtor precisa saber do clima

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), a Universidade do Tocantins (Unitins) e parceiros realizam nesta quarta-feira, 18, o 5° Encontro para Apresentação das Tendências Agroclimatólogicas do Tocantins, no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Faet/Senar), em Palmas. No encontro são esperadas cerca de 150 pessoas, a participação é gratuita e aberta a produtores rurais, técnicos e pessoas interessadas.

O encontro tem como finalidade subsidiar a cadeia produtiva com informações e elementos que venham auxiliar no planejamento e tomada de decisão por parte do setor agropecuário, de forma a minimizar perdas decorrentes das mudanças climáticas.  A agricultura é a atividade econômica que mais depende das condições climáticas, uma vez que elas afetam todo o processo produtivo: cultivo, colheita, armazenagem, transporte e comercialização dos produtos.

As previsões agroclimatológicas apresentadas no encontro serão referentes à próxima safra agrícola 2019/2020 e, ainda, para os próximos dez anos.

Segundo o engenheiro agrônomo Alexandre Barreto, o monitoramento e acompanhamento das condições climáticas são essenciais para tomadas de decisão. “Com acesso às informações agroclimatológicas o produtor pode decidir, de maneira mais precisa, o melhor momento para realizar o manejo do solo, pulverização, colheita e outras atividades inerentes ao processo produtivo, contribuindo assim para o uso racional dos insumos e aumento de produtividade”, ressaltou.

Parcerias

O encontro é uma realização em parceira com a Empresa Brasileira de Pesquisa Aplicada (Embrapa), Universidade do Tocantins (Unitins), Ministério da Agricultura Pecuária (Mapa), Faculdade Católica do Tocantins (FACTO), Fazendão Agronegócio, Cooperativa Agropecuária de Pedro Afonso (Coapa), OCB-SESCOOP, Frísia, Programa ABC, Instituto Nacional de Meteorologia (INMET/MAPA), Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder) e Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Lançamento

Na ocasião a Seagro fará o lançamento do aplicativo Infotempo Tocantins, para dispositivos com sistema operacional Android e iOS, que disponibilizará informações sobre o tempo, mapas de monitoramento/previsão climática, histórico de dados e outras informações de forma simples e atualizadas para todo o estado.

O aplicativo utiliza dados provenientes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), Centro de Previsão de Tempo e Clima (CPTEC), Agência Nacional das Águas (ANA) e Fundação Universidade do Tocantins (Unitins).

Resenha

Seagro e Unitins farão ainda o lançamento do programa Resenha do Tempo com nova roupagem. O programa traz informações precisas sobre a previsão do tempo para diversas regiões do Tocantins, auxiliando o produtor nas tomadas de decisões para o plantio da safra e execução de outras atividades agrícolas que dependem diretamente das condições do clima.

O produtor rural pode acompanhar a Resenha do Tempo no site da Secretaria da Agricultura, nas redes sociais, Whatsapp e em breve, será veiculado semanalmente na TVE Tocantins.

Dessa maneira, a Resenha do Tempo é uma ferramenta importante e mais uma das nossas contribuições para deixar bem informado quem faz da terra o campo de desenvolvimento do nosso Tocantins e do Brasil.

Inscrições para o evento

As inscrições podem ser efetuadas acessando o endereço agrometereologia.seagro.to.gov.br ou no local do evento.

 

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Ciopaer presta apoio aéreo no combate às queimadas no estado

Aeronave do Ciopaer lançou cerca de 7,5 mil litros de água em focos de incêndio nesse sábado, 14, em Palmas

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Ciopaer presta apoio aéreo ao combate de queimadas e lança cerca de 7,5 mil litros de água em focos de incêndio nesse sábado

A aeronave do Centro Integrado de Operações Áereas (Ciopaer), unidade da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), realizou na tarde deste sábado, 14 mais um voo em prol do combate às queimadas no estado. Dessa vez a missão foi combater um incêndio próximo ao Ginásio Ayrton Sena em Taquaralto e próximo a ponte do Jardim Aureny I, na região sul de Palmas.

Acionada pelo Sistema Integrado de Operações (Siop), a equipe do “Tocantins 01” decolou do aeroporto de Palmas com equipamento acoplado ao helicóptero chamado de helibalde com capacidade de 545 litros. A bordo, a tripulação composta por três operadores, sendo dois pilotos e um operador aerotático, fizeram a captação de água próximo a Estação de Tratamento da Capital, sendo realizados 15 lançamentos, com um total de 7,5 mil litros de água para apagar os focos de incêndios.

Objetivo foi combater um incêndio próximo ao Ginásio Ayrton Sena em Taquaralto e próximo a ponte do Jardim Aureny I, na região sul de Palmas

O Diretor do Ciopaer, Major Bruno Mendes, destacou a importância do trabalho de monitoramento, combate e fiscalização dos incêndios desenvolvido pela unidade. “Ser o apoio aéreo para essas missões é muito gratificante, pois ao lançar uma quantidade de água em fogo é possível diminuir a temperatura e possibilitar o trabalho de rescaldo efetuado em solo pelos brigadistas para extinguir o incêndio”.

Para o supervisor de instruções e operações, Major Denys Dalla, há uma grande preocupação da Defesa Civil, com a chegada das primeiras chuvas, principalmente na zona rural, pois há um entendimento cultural de atear fogo na pastagem para limpar a área e as cinzas servirem de adubo. “Essa é a nossa apreensão, pois na zona rural culturalmente após as primeiras chuvas de setembro, coloca-se fogo no pasto para limpar e melhorar a qualidade da terra, pois as cinzas servem de adubo, na visão de algumas pessoas. Seja na zona urbana ou rural, isso só prejudica o meio ambiente, que é nossa casa e nosso local de trabalho”.
O Major lembrou a prevenção é mais fácil que o combate, já que muitas vezes todos os meios disponíveis não são suficientes para combater todos os focos que iniciam.

Atuação Cioaper

Ao longo do período de seca e combate às queimadas, o Ciopaer já realizou 149 lançamentos com o helibalde, um total de 74,5 mil litros de água. Dessa maneira o Ciopaer realizou em voos para Defesa Civil e Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins um monitoramento de mais de 9 horas de voo e combate à incêndio (lancamento/transporte Brigadistas) de pouco mais que 18 horas. Em um somatório de horas, o Ciopaer já realizou aproximadamente 27 horas de voos exclusivas no combate aos focos de incêndios no Tocantins.

 

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