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Polícia

Em 28 dias três mulheres foram presas por tentar entrar com drogas na Cadeia de Colinas

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Uma mulher identificada pelas iniciais I. B. N., de 51 anos, foi flagrada na tarde desta sexta-feira, 08, tentando entrar na Cadeia Pública de Colinas do Tocantins com drogas introduzidas em suas partes íntimas. Os agentes que estavam de plantão deram voz de prisão à mulher que estava na cadeia para visitar o seu filho, Lucas Noleto Lobo, de 25 anos, condenado por tráfico de drogas. Esse é o terceiro caso em 28 dias de visitante tentando entrar com drogas no ambiente de carceragem na Cadeia de Colinas.

Os agentes da unidade receberam a informação de que a mãe de Lobo estava levando ilícitos para ele, quando questionaram a visitante sobre a informação, ela ficou nervosa e não quis passar pela revista pessoal, elevando o grau das suspeitas. Diante disso, os agentes a conduziram ao hospital da cidade onde foi realizado um exame de raio-X que confirmou a presença de ilícito.

Após a confirmação, os agentes deram voz de prisão à mulher pelo crime de tráfico e a conduziram à Central de Atendimento da Polícia Civil do município. Também foi instaurado Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) em desfavor do filho da visitante, para apuração mais detalhada do fato.

“Prevenir a entrada de entorpecentes na unidade é um trabalho que fazemos cotidianamente e como não fazemos revista vexatória, essa ação é um pouco mais complexa e depende da inteligência e da dedicação dos servidores para conseguir realizar flagrantes como esse. Por isso parabenizo a minha equipe pelo trabalho”, disse o diretor da cadeia, Silvestre Boaventura, diretor da cadeia.

Histórico

Em 11 de janeiro, M. S. O. M., 35 anos, foi flagrada tentando entrar na Cadeia Pública de Colinas do Tocantins no seu corpo. No dia 1º de fevereiro L. A. C., 25 anos, também foi presa após ser comprovado que ela estava como ilícitos introduzidos em suas partes íntimas. Ambas foram responderão pelo crime de tráfico de drogas e poderão pegar de 5 a 15 anos de prisão em regime fechado.

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Polícia

Sessenta pessoas são presas na maior operação estadual da Polícia Civil contra o crime organizado

Operação é a maior já feita de combate ao crime organizado no Estado, com ações no Tocantins, Goiás, Pará e Piauí

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Foram cumpridos mandados em Tocantins, Goiás, Pará e Piauí

 

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Núcleo de Paraíso do Tocantins, realizou nessa segunda-feira, 15, a operação Intramuros. O objetivo foi cumprir mandados de prisão e busca e apreensão contra mais de 70 membros do crime organizado em Palmas e outras 13 cidades do Tocantins, além dos estados de Goiás, Pará e Piauí. Grande parte dos alvos já cumpriam penas por outros crimes nos principais estabelecimentos prisionais do Estado.

Para a Polícia Civil, esta é a maior operação de combate ao crime organizado no Estado, exigindo seis meses de complexo trabalho investigativo. Até o momento, 60 pessoas foram presas e apreendidos 1,5 kg de crack, 1 kg de maconha, além de duas armas de fogo. A operação contou com cerca de 300 policiais civis do Estado, por meio das delegacias especializadas na Repressão a Narcóticos (Denarc), da unidade do Ciopaer, do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote), entre outras unidades da Polícia Civil e agentes do Sistema Prisional do Tocantins.

Segundo o delegado Eduardo de Menezes, responsável pela operação, as investigações iniciaram em outubro de 2018, após uma tentativa de homicídio no pavilhão B da Casa de Prisão Provisória de Paraíso. “Aprofundamos as investigações a partir da ação realizada pelos técnicos em defesa social da unidade prisional para impedir a execução de preso, membro de facção de renome nacional, segregado em um das celas do referido pavilhão. A coleta de informações, realizada pela Polícia Civil, para esclarecer as causas do atentado contra a vida do preso culminou na construção de rico acervo probatório, o qual delineia com exatidão toda dinâmica criminosa da facção, em especial a engrenagem montada por seus membros para o alcance de sucesso na consumação de homicídios, roubos, entre outros crimes praticados em caráter secundário, com o objetivo de garantir a execução de sua principal atividade, qual seja o tráfico de drogas”, ressaltou.

Homicídios

Em entrevista coletiva, nessa segunda-feira, 15, o delegado esclareceu a população sobre os reflexos da luta entre facções nas taxas de homicídios em geral. “Essa rivalidade se estendeu para as ruas e hoje é, sem dúvida, a principal causa dos homicídios ocorridos no Estado [e no país]”, reforçou Eduardo de Menezes, acrescentando que a morte de um criminoso rival é o mais importante ato em favor da facção e reverte ao integrante na figura de uma espécie de pontuação, utilizada posteriormente para ascender na hierarquia da organização.

Durante o período de investigações, o Núcleo da Deic em Paraíso conseguiu esclarecer três homicídios, sendo um ocorrido em Paraíso do Tocantins, e outros dois em Palmas, ambos no mês de setembro de 2018.

De acordo com a Deic de Paraíso, chamou atenção, durante o período de investigação, o estágio avançado de organização que o grupo criminoso alcançou desde sua fundação, ainda na década de 90. Prova disso é sua estruturação em diversos cargos com funções específicas. As principais lideranças atuantes no Tocantins, os chamados Gerais, foram presos na operação dessa segunda-feira, 15. Cita-se, dentre as figuras de maior envergadura, a prisão do Geral do Estado, o Geral do Interior, o Geral de Palmas, o Geral da zona norte de Palmas, o Geral de Araguaína, o Geral de Paraíso, o Geral de Lagoa da Confusão, Geral de Porto Nacional, Geral de Colinas, entre outras.

Contas

As investigações identificaram também que parentes dos faccionados realizaram aberturas de acessos bancários, onde os valores das comercializações seriam depositados naquelas contas. Quatro contas bancárias utilizadas para movimentar o dinheiro oriundo do tráfico de drogas foram bloqueadas.

Cidades

No Tocantins, os criminosos foram presos nas cidades de Paraíso do Tocantins, Palmas, Barrolândia, Lagoa da Confusão, Marianópolis, Chapada de Areia, Cariri, Porto Nacional, Araguaína, Colinas, Guaraí, Tupirama. No estado de Goiás, os investigados foram presos em Aparecida de Goiânia. No Piauí, foram presos na cidade de Marcolândia; e no Pará, em Parauapebas.

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Cidades

No Sul do Estado, operação ‘Pasto Seguro’ intensifica patrulhamento na zona rural

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Para proporcionar mais segurança à população da zona rural, localizada na região Sul do Estado, o 4º Batalhão de Policia Militar (4º BPM) deflagrou novamente a Operação “Pasto Seguro”, com duração de três dias, foi iniciada na última terça-feira, 09.

Durante a Operação os policiais fizeram visitas aos grandes e pequenos proprietários de terra, além dos trabalhadores rurais.  As ações de bloqueios nas rodovias aconteceram em todo o período da Operação, no intuito dos policiais fiscalizarem a documentação exigida para o transporte de animais.

Os cidadãos que foram visitados demostraram satisfação em receber as equipes do 4º BPM. O dono da fazenda Bom Sossego, Abadio Gomes da Silva, afirmou que se sente mais seguro ao ver uma viatura patrulhando em sua propriedade.

A Operação permite que os policiais aproximem-se mais da comunidade e repassem orientações importantes sobre as ações preventivas de segurança, além de inibir o furto de gado na região.

De acordo com o balanço da Operação “Pasto Seguro” foram visitadas 21 propriedades rurais. Houve abordagem em 50 veículos e 23 pessoas.

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Polícia

Polícia prende passageiro com arma de fogo e munições dentro de ônibus em Formoso do Araguaia

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Uma denúncia anônima levou os policiais militares do 4º Batalhão a prender um indivíduo, 33 anos, que portava um revólver e 100 munições, ambos de calibre 22, dentro de um ônibus intermunicipal. O fato aconteceu na tarde dessa quinta-feira, 11, na BR 242, próximo a cidade de Formoso do Araguaia.

Uma equipe da Força Tática patrulhava pela cidade quando recebeu as informações sobre o porte ilegal de arma de fogo no interior do ônibus. No momento que o veículo saía do município foi interceptado pelos policiais e após as buscas localizaram os materiais ilícitos e seu responsável.

O passageiro disse que viajaria até Gurupi para entregar o revólver a um comprador, mas foi impedido devido à atuação dos policiais. Diante das circunstâncias, o autor, a arma e as munições foram encaminhadas à delegacia para os procedimentos cabíveis.

 

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