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Cidadania e Justiça desenvolve ações durante a pandemia destinadas à comunidade LGBTQ+

Gerência de Diversidade e Inclusão Social tem arrecadado alimentos, álcool em gel e máscaras para distribuir para a comunidade

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A gerência tem arrecadado alimentos, álcool em gel e máscaras para distribuir junto à comunidade LGBTQ

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), os direitos humanos são direitos inerentes a todas as pessoas, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição. Com foco neste ideal, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), tem arrecadado alimentos para distribuir junto à comunidade LGBTQ+. E, paralelo a isso, está desenvolvendo um projeto que visa visitar os pontos trans do Tocantins entregando máscaras e álcool em gel para a proteção e higiene em tempos da pandemia do novo Coronavírus.

A gerente de Diversidade e Inclusão Social da Seciju, Nayara Brandão, destacou a importância das associações para a realização do projeto de distribuição de alimentos. “Fizemos uma parceria com o Mesa Brasil, e eles pediram para Associação das Travestis e Transexuais do Estado do Tocantins (Atrato) listar as pessoas que estão precisando, para assim tornar viável e justa a distribuição de cestas básicas, atendendo aos mais necessitados. A entrega vai ser feita assim que recebermos a lista”, explica.

A gerente esclareceu que a distribuição do álcool em gel e das máscaras é uma ação diferente e tem a finalidade de proteger o público LGBTQ+ que, por vezes esquecido, precisa continuar trabalhando. “A entrega do álcool em gel e das máscaras será feita nos pontos. Estes estão sendo captados junto aos empresários e também por meio de doações que chegam por parte daqueles que se sensibilizam com a causa, ainda estamos recebendo doações”, conclui.

Todos podem participar doando máscaras e álcool em gel. O número para doação é o 3218-6919.

 

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Agrotins 2020 100% Digital é destaque na mídia nacional

Matérias veiculadas em rede nacional e publicadas em sites especializados em cobertura do agronegócio

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A matéria do Jornal Hoje destacou ainda os cuidados que a equipe de técnicos tem tido com a saúde, no sentido de realizar testespara Covid-19, higienização e evitar aglomeração

A edição inovadora da Feira Agrotecnológica do Tocantins – Agrotins 2020 100% Digital ganhou destaque no cenário nacional com matérias veiculadas e publicadas em diferentes meios de comunicação como a Rede Globo de Televisão, os portais online do Jornal Valor Econômico e a Revista Globo Rural, e ainda sites especializados na cobertura do agronegócio como Notícias Agrícolas e Canal Rural.

Na reportagem produzida pela TV Anhanguera e veiculada na edição do Jornal Hoje desta sexta-feira, 29, produtores e empresários falaram sobre a oportunidade de expandir seus negócios. “Disponibilizando quantidade, telefone para contato, todos as informações que precisa, a gente está podendo comercializar pela Agrotins 2020 100% Digital”, comemorou o produtor Valdemar Martins de Souza que acompanhava a programação e postava fotos de seus produtos na plataforma www.agrotins.to.gov.br.

O empresário do ramo de energia solar, Fernando Luís, falou da possibilidade de fechar negócios fora do Estado. “Anteriormente, a gente ficava restrito a quem passava ali na frente do estande. Essa feira está sendo nacional, não está somente no estado do Tocantins”, afirmou.

A matéria destacou ainda os cuidados que a equipe de técnicos tem tido com a saúde, no sentido de realizar testes para Covid-19, higienização e evitar aglomeração.

Mais repercussão

Na Revista Globo Rural, o destaque foi para o potencial produtivo agropecuário. “O Tocantins deve aumentar a colheita de grãos em 657 mil toneladas, para um total de 5,5 milhões de toneladas, crescimento de 13,6%”, informou a publicação, ressaltando que maior produção implica em mais investimento no campo, dando destaque ainda para as perspectivas de negócios as instituições financeiras na feira.

O Valor Econômico destaca a fala do secretário de Agricultura, Pecuária e Aquicultura, César Halum. “Não tem nenhuma outra feira no Brasil e os produtores poderão entrar pelo computador, tablet, celular e navegar de qualquer lugar. Preço de oferta de feira tem aqui, juros e condições especiais estão aqui. Quem procurar vai ver que no Brasil não tem lugar mais barato”, afirmou.

A Feira

A Agrotins 2020 100% Digital pode ser acompanhada pela plataforma www.agrotins.to.gov.br. A programação se encerra logo mais às 20 horas com Leilão de Touros, mas todo o conteúdo de palestras, cursos, mesas redondas, debates, enfim, tudo o que rolou na programação ficará disponível por mais 30 dias após o encerramento da feira.

 

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Beneficiamento de frutos do Cerrado é destaque em live da Agrotins 2020 100% Digital

Especialistas afirmam que o Cerrado pode ser preservado e ainda assim gerar renda com seus frutos

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Beneficiamento de frutos do Cerrado é destaque em live da Agrotins 2020 100% Digital

O bate-papo com o tema “Gestão de unidade de beneficiamento de frutos do Cerrado” foi ao ar na tarde desta sexta-feira, 29, durante a Feira Agrotecnológica do Tocantins – Agrotins 100% Digital com a engenheira de alimentos, Graziela Paludo, especialista em agroindustrialização dos frutos do Cerrado.

O Cerrado, também conhecido como savana brasileira, é o segundo maior bioma da América do Sul, e traz uma diversidade enorme em sua fauna e flora. O Estado do Tocantins é privilegiado, pois seu território é tomado por este bioma, que possui frutos típicos que são valorizados na região.

A conversa foi mediada pela gerente de Fomento à Agricultura da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Tocantins (Seagro), Verônica França, que de início, explicou que é possível manter o Cerrado preservado e ainda assim gerar renda, agregar valor e alavancar o desenvolvendo agroindustrial do Estado. “O Tocantins é um Cerrado de oportunidades. Esse é o caminho. Conectar todas as pontas. Mas a exploração tem que ser sustentável para ter uma matéria-prima de boa qualidade, logo, tendo excelentes produtos”, afirmou.

A engenheira de alimentos Graziela Paludo, destacou um case de sucesso no município de Nova Olinda. A Associação de Apicultores da cidade (Aapino) além de trabalharem com mel, também produzem polpas de frutas em períodos sazonais. Ela explica que eles adquirem a matéria prima de pequenos produtores rurais de assentamentos da região, assim, movimentando a economia local, e gerando renda aos assentados. “Essa atividade mantém a casa de polpa funcionando mesmo em todos os períodos do ano”, disse a especialista.

Graziela Paludo conta que a agroindustrialização agrega valor aos frutos do Cerrado. “A fruta do cajá, por exemplo, não tem tanto valor equiparado a polpa da fruta. Pois o produto tem uma durabilidade e versatilidade maior”, explicou.

Desafios

A engenheira também comentou um pouco sobre os desafios enfrentados por esses pequenos produtores, pois precisam de maquinário para transformar a matéria-prima (frutas) em polpas e outros produtos derivados. “O principal entrave desses produtores são a orientação. Muitos não têm a Seagro para orientá-los, e eles acabam se perdendo no caminho, e não conseguem manter o trabalho”, disse Graziela Paludo.

A especialista ainda pondera que muitos acabam investindo mais do que é preciso, e não tem noção do custo de operacionalização de uma casa de poupas. “Mesmo tendo equipamentos bons, eles acabam se desgastando e precisam ser substituídos ou consertados. E os produtores não possuem um capital de giro para manter estes consertos e outras despesas. E eles não estão preparados para estes custos antes das primeiras vendas”, explicou.

Gastronomia

Em uma pequena participação, a chef e embaixadora da gastronomia no Tocantins, Malena Mota, destacou a união dos setores para fomentar a economia. “Acredito no poder da gastronomia. Com a gastronomia , agroindústria e pecuária, poderemos alavancar a produção de frutos do Cerrado. Temos a responsabilidade de divulgar esses produtos. Ninguém faz nada sozinho. Todo mundo deve trabalhar unido”, concluiu.

 

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Investimentos científicos na área da apicultura tem sido uma realidade no Tocantins

Troca de experiências entre pesquisador e apicultores, têm favorecido rendimento e qualidade ao mel e a própolis de produtores familiares

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Troca de experiências entre pesquisador e apicultores, têm favorecido rendimento e qualidade ao mel e a própolis de produtores familiares

Um estudo há mais de dez anos na área apícola do Tocantins tem fortalecido o arranjo produtivo do Estado por meio do suporte científico, tecnológico e de gestão aos produtores da agricultura familiar. Com o apoio do Governo do Estado através da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt) o segmento tem alavancado em diversas regiões do Estado.

Um projeto coordenado pelo professor e pesquisador da Unitins de Araguaína, Cláudio Henrique Fernandes, tem favorecido inovação científica ao setor apícola do Tocantins e garantido um padrão de qualidade conforme os parâmetros exigidos pela legislação brasileira, além de rentabilidade aos agricultores familiares. “Temos estudado a qualidade do mel e a atividade biológica, além das propriedades químicas da própolis regional da área do ecótono (cerrado – Amazônia) e transferido essas tecnologias aos produtores. E o estudo resulta em benefícios medicinais como funções antimicrobiana e antifúngica”, explica o pesquisador.

Público beneficiado

Como parte do estudo, comunidades de agricultores familiares do Estado tem tido o acompanhamento do pesquisador da Unitins, como o Assentamento Caju Manso no município de Araguaína, Associação de Apicultores de Nazaré (AAPINA), no município de Nazaré; Associação de Apicultores do município de Nova Olinda (AAPINO); Núcleo de Produção Agropecuária (NPA) 01 de Araguaína; Núcleo de Produção Agropecuária – Ventura da cidade de Piraquê; Associação de Apicultores de Miracema (Apromir); Associação de Apicultores de Miranorte; Assentamento Entre Rios da capital Palmas; Associação de Apicultores da cidade de Santa Tereza, Núcleo de Produção Agropecuária – Borborema do município de Arapoema.

“A pesquisa realizada nessas comunidades tem favorecido um levantamento de dados acerca da real situação dos produtores, visando obter um estudo socioeconômico das comunidades, além de diagnosticar o grau de rentabilidade do produto. Com isso, a tecnologia tem contribuído com a cadeia produtiva da apicultura o que representa um grande avanço da própolis, que era inexistente à insipiente, passando a ser significativa pela produtividade e alta qualidade”, ressalta Cláudio Henrique Fernandes.

Apoio do Governo

O setor está em ampla expansão no Estado, e para favorecer a capacitação de mais apicultores, o pesquisador contou com o apoio do Governo do Tocantins, por meio da Fapt, em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) para o desenvolvimento do projeto, Estruturação de apiário e Meliponário Didáticos para Agricultores Familiares (Apiensino), que viabilizou os equipamentos de trabalho.

A Unidade didática da apicultura e meliponicultura como assim é denominada, facilitará a capacitação e o desenvolvimento de competências e habilidades com a realização de pesquisas na unidade didático-pedagógicas visando o aumento da quantidade de produtos apícolas e de meliponicultura, além de contribuir com a transferência de tecnologia desenvolvida na pesquisa para os produtores.

Capacitação de apicultores

O projeto envolve o tripé (ensino, pesquisa e extensão) que tem favorecido a realização de dias de campo e capacitações, a exemplo da IV feira do Mel na Associação dos Pequenos Agricultores do projeto Sudam – APAS realizada em 2019 no município de pau D’arco, além do III Encontro Regional de Apicultura Tocantínia, realizado no início deste ano em Araguaína. Ambos têm favorecido conhecimentos inovadores à área de apicultura e meliponicultura.

Apoio científico aos apicultores

Os conhecimentos científicos têm viabilizado transferência de tecnologia aos envolvidos. Para a apicultora de Araguaína, Maria Corrêa Alves, que soma 22 anos de experiência com o mel e a própolis, a troca de experiência, o acompanhamento, o treinamento e a análise científica dos produtos por meio do pesquisador tem incentivado a produção da própolis. “Apesar de trabalhar há muitos anos com o mel, a participação nos eventos voltados para apicultura, tem trazido conhecimentos inovadores e favorecido a rentabilidade. Por ser um produto de qualidade, a procura é muito grande por parte dos consumidores, e infelizmente não consigo atender a todos”, relatou. O mel da apicultora tem sido comercializado somente em Araguaína, com prospecção de expansão da própolis na região.

“Temos tido rendimento significativo devido a interação, incentivo e apoio do trabalho de pesquisa científica desenvolvido em Araguaína pela Unitins. As orientações recebidas têm agregado valor ao produto e favorecido qualidade e aceitação do mercado de Araguaína. E o resultado tem sido positivo a todos os apicultores envolvidos nesse segmento”, explicou o Presidente da Associação de Apicultores e Meliponicultores de Economia Sustentável e Solidária de Araguaína e Região (Apimessar), Antônio Manoel de Araújo.

Expectativa

Em virtude da pandemia, as atividades com o público foram suspensas a fim de evitar a proliferação de contágio dos envolvidos. Mas já prospecta retorno, com adaptações de prevenção assim que tudo se normalizar. No entanto, as atividades técnicas de campo tais como implantação e manutenção das colmeias continuam sendo conduzidas normalmente pelos integrantes da Apimessar, através dos apicultores representantes da entidade, que tem dado uma contribuição importante para o projeto.

 

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