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Política

Com 36,58% dos votos, Gedeon Pitaluga é eleito presidente da OAB-TO

Advogado ficou 1,79 ponto percentual à frente do segundo colocado, Célio Henrique Magalhães Rocha

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A chapa OAB Independente, encabeçada pelo advogado Gedeon Batista Pitaluga Júnior, 38 anos, venceu a eleição para o comando da Seccional da OAB-TO no próximo triênio com 36,58% dos votos totais. Gedeon assume a presidência em 1º de janeiro de 2019 e ficará até o final de 2021 no posto de presidente. A vice-presidente da entidade será Janay Garcia.

A chapa OAB Independente ficou pouco mais de 1,78 ponto percentual à frente da chapa OAB Proativa, liderada por Célio Henrique Magalhães Rocha, que fez 34,79% dos votos. Ao todo, Gedeon teve 1267 votos, contra 1.205 de Célio Henrique – a diferença ficou em 62 votos. Em terceiro lugar ficou a chapa Advocacia Unida, OAB Respeitada, encabeçada pelo advogado Juvenal Klayber, com 993 votos (29% dos votos totais).

Após a vitória, Gedeon defendeu a união geral da classe para fortalecimento da advocacia. “A eleição passou e agora é a hora da união da classe, Porque a OAB é da classe, independe de grupos, de ideologias. Não há fortalecimento da classe sem união de advogados e advogadas”, ressaltou o presidente eleito.

Abstenção

Dos 4.773 advogados e advogadas habilitadas a votar, 3.537 compareceram para votar. Brancos e nulos somaram 76 votos – 2,14% dos votos totais. A abstenção ficou em torno de 26%. A votação ocorreu em Palmas e nas sedes das 14 subseções da OAB do Estado. O processo foi todo realizado em urnas eletrônicas cedidas e programadas pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Outras 35 pessoas votaram em cédulas de papel e a validade dos votos será analisada caso a caso pela Comissão Eleitoral. Mesmo assim, os votos são insuficientes para mudar o vencedor.

Ao final da eleição, o presidente da Comissão Eleitoral, Hugo Moura, agradeceu todos os advogados que compuseram a comissão e as subcomissões em cada uma das cidades, bem como todos os colaboradores da Ordem que ajudaram no sucesso do pleito. “O empenho de todos foi fundamental para o sucesso da eleição. Parabenizo também os componentes das três chapas que se comportaram muito bem durante o pleito”, frisou Hugo Moura.

Números

Gedeon Pitaluga – 1.267 votos (36,58%)

Célio Henrique – 1.205 votos (34,79%)

Juvenal Klayber – 992 votos (28,64%)

Nulos – 44 votos (1,20%)

Brancos – 32 votos (0,90%)

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Política

Autorizado crédito suplementar para secretaria de Cidadania e Justiça

Matéria foi aprovada na sessão matutina desta quarta-feira

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O plenário da Assembleia aprovou na sessão matutina desta quarta-feira, 12, em duas fases de votação, proposta do Executivo que dispõe sobre a autorização para a abertura de crédito adicional suplementar no valor de R$ 4.914.048,00. O recurso será destinado à operacionalização do serviço de alimentação das unidades do sistema penitenciário e prisional, gerido pela Secretaria de Cidadania e Justiça.

O montante suplementado foi retirado do Fundo Cultural que seria utilizado em ações de apoio a projetos artísticos culturais. Do Legislativo tiveram aprovação a matéria do deputado Elenil da Penha (MDB) que altera lei relacionada ao Código Tributário Estadual, para aprimorar o texto sobre a cobrança da taxa do serviço de alto-falante em estabelecimentos comerciais.

De acordo com Elenil, a finalidade é evitar a cobrança do serviço para empreendedores que já pagam tributo referente a serviço de carro de som.

Outras matérias aprovadas tratam de declarações de utilidade pública e concessões de títulos de cidadania propostas pelos deputados Ricardo Ayres (PSB), Valderez Castelo Branco (PP), Jorge Frederico (MDB), Vilmar de Oliveira (SD), Zé Roberto (PT), Luana Ribeiro (PSDB), Eduardo Siqueira Campos (DEM), Cleiton Cardoso (PTC), Valdemar Júnior (MDB) e Eli Borges (SD).

Requerimentos

Dos 55 requerimentos aprovados, a maioria trata de solicitações de pavimentação asfáltica para municípios tocantinenses. Na área da Educação foram solicitadas a implantação de Polo da Universidade Federal do Tocantins em Natividade e a implantação de Colégio Militar em Caseara, propostas pelo deputado Toinho Andrade (DEM), e a instalação de campus da Unitins em Miranorte, pelo deputado Junior Evangelista (PSC).

Já na área de Segurança Pública a deputada Luana Ribeiro solicita a criação de Delegacia Especializada de Investigações Criminais na Delegacia Regional de Polícia de Colinas e a implantação do Serviço de Atendimento à Pessoa em Situação de Violência.

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CCJ aprova projeto de lei que altera taxas cartorárias

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Matéria deve ser votada pelo plenário na próxima semana

Após análise e aprovação, com emendas, na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), na manhã desta quarta-feira, 12, o projeto de lei do Tribunal de Justiça que propõe alterações das taxas cartorárias (registros civis, títulos e documentos) foi encaminhado para as comissões de Defesa do Consumidor e de Finanças da Assembleia Legislativa.

A matéria recebeu duas emendas do relator, o deputado Ricardo Ayres (PSB), propondo que seja garantido o princípio da segurança jurídica, a fim de assegurar o cumprimento da lei federal. Ayres deixou de acolher duas emendas de autoria do deputado Jorge Frederico (MDB) “devendo as mesmas ser remetidas às respectivas comissões para tratarem sobre o mérito”.

Na tarde da última terça-feira, 11, o referido projeto foi debatido pela Assembleia, em audiência pública, com representantes das classes cartorial e produtiva. Na oportunidade ficou definida a modificação da proposta original por meio do acréscimo de emendas. Um dos principais pontos discutidos foi impacto do aumento na tabela de preços cobrados pelos cartórios sobre o contribuinte de baixa renda.

Apesar da divergência de opiniões acerca da matéria, ficou acordado na CCJ que o Legislativo buscará alcançar consenso nas diferentes comissões pelas quais passa o projeto até sua votação definitiva em plenário, previsto para a próxima semana.

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Audiência Pública discute alteração em projeto de lei sobre taxas cartorárias

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Uma audiência pública solicitada pelo deputado Ricardo Ayres (PSB) discutiu nesta terça-feira, dia 11, o projeto do Tribunal de Justiça que trata de alterações nas taxas cartorárias. A matéria, que deve ser debatida na reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) na tarde desta terça-feira, está em tramitação nesta Casa de Leis há mais de um ano.

O projeto dispõe sobre a fixação, a contagem, a cobrança e o pagamento de emolumentos no exercício das atividades notariais e registrais, e regulamenta o Fundo Especial de Compensação da Gratuidade dos Atos do Registro Civil de Pessoas Naturais (Funcivil).

Desde que o projeto fora encaminhado às comissões, representantes da classe cartorária e produtiva buscam acordo com os deputados com vistas a propor alterações. Na audiência de hoje, ficou definida a modificação da proposta original por meio do acréscimo de emendas.

Apesar da divergência das classes e do Judiciário, a ideia é chegar a um consenso e promover as alterações, a fim de que o projeto passe por outras comissões e seja colocado em votação no plenário ainda nesta quarta-feira, dia 12.

Entre os pontos mais polêmicos da proposta está a reformulação do Funcivil, que passa a ser gerido pelo TJ, tirando dos cartórios essa gestão, além do aumento de receita para o Judiciário e da redução para cartórios e prefeituras.

Para o juiz auxiliar da Corregedoria Geral, Océlio Nobre, apesar das divergências, o que deve ser levado em consideração é o crescimento da arrecadação com a redução das taxas cartorárias, além de promover o interesse pela regularização do contribuinte.

“Os tocantinenses estão deixando de registrar seus imóveis devido às altas taxas, o que leva muitos à informalidade. A Corregedoria fez levantamento em 42 cartórios e ouviu a reclamação dos contribuintes sobre o valor dos tributos e queixas dos cartorários com a queda de registros”, destacou Océlio.

O defensor-geral Fábio Monteiro também defendeu a redução das taxas e a isenção dos procedimentos da Defensoria Pública no atendimento à população carente nas ações de cidadania.

Os deputados Eli Borges (SD), Jorge Frederico (MDB) e Amélio Cayres (SD) participaram da discussão e concordaram com as alterações do projeto, no sentido de reduzir taxas ao contribuinte.

“O Parlamento concorda com todo debate que envolva os interesses da sociedade. Não podemos permitir que o contribuinte e o produtor do nosso Estado sejam prejudicados com altas cobranças. São eles que investem e alavancam a economia”, defendeu Eli Borges.

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